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Quarta-feira, 10 de Junho 2026
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Operação Mulher Segura prende mais de 40 agressores e concede 71 medidas protetivas em 10 dias

Ação contou com forças policiais integradas atuando de forma preventiva, ostensiva e repressiva em diversos municípios do estado.

Operação Mulher Segura prende mais de 40 agressores e concede 71 medidas protetivas em 10 dias
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Com uma diretriz de tolerância zero aos agressores e proteção integral da vida, o Governo do Amapá obteve resultados enérgicos no combate à violência doméstica e de gênero. É o que aponta o relatório da Operação Mulher Segura, divulgado nesta quarta-feira, 10, pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Desde o dia 1º de junho, foram mais de 40 homens presos por diferentes tipos de violência contra a mulher. E para inserir as vítimas nos mecanismos de defesa e amparo do Estado, também foram registrados 201 boletins de ocorrência e 71 medidas protetivas de urgência concedidas.

“É uma mensagem clara e pedagógica, de que aqui no Amapá os agressores de mulheres não têm vez, e é prioridade da gestão liderada pelo governador Clécio Luís tanto o combate enfático a todas as formas de violência, quanto o amparo e encaminhamento das vítimas para fora de situações de vulnerabilidade”, destacou o secretário da Sejusp, Cézar Vieira.

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A operação, realizada em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)  contou com ações de atendimento humanizado, prevenção qualificada e produção de dados estratégicos nos 16 municípios para subsidiar políticas públicas. Segundo a diretora de Policiamento Especializado da Polícia Civil, Joseane Carvalho, Macapá, Santana, Oiapoque e Laranjal do Jari concentraram os principais registros.

“Realizamos ações contundentes de enfrentamento à violência contra as nossas mulheres e meninas. Para que as forças policiais continuem chegando a quem mais precisa, o ano todo, é essencial que a sociedade denuncie, participe e ajude a romper com o silêncio de quem sofre dentro de casa”, enfatizou a delegada.

Uma das ocorrências de maior complexidade no âmbito da Operação Mulher Segura foi o resgate de uma mulher de 31 anos mantida sob cárcere privado e tortura sistemática junto com os dois filhos em região ribeirinha de difícil acesso conhecida como Rio Fugido.

 

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