A inauguração do Parque Residência, nesta sexta-feira, 29, em Macapá, também foi marcada por manifestações de reconhecimento popular e pela presença de lideranças políticas ligadas a pautas históricas do Amapá. Entre elas, o senador Randolfe Rodrigues, que registrou nas redes sociais momentos de reencontro com moradores durante a entrega do novo espaço cultural.
Na publicação, o parlamentar afirmou que viveu um “dia de entrega, reencontros e muito carinho” no Parque Residência. Segundo Randolfe, entre abraços e conversas, ouviu histórias, recebeu palavras de incentivo e encontrou pessoas que acompanham de perto as conquistas do estado, com destaque para a luta pela transposição dos servidores amapaenses para o quadro da União.
A presença do senador ocorreu em um momento simbólico para a capital. O Parque Residência foi entregue pelo Governo do Amapá como um complexo voltado à cultura, memória, lazer e turismo. Instalado na antiga residência oficial dos governadores, na Rua Cândido Mendes, no Centro de Macapá, o espaço foi revitalizado para receber exposições, áreas de convivência, experiências interativas, gastronomia e ambientes dedicados à história e à identidade amapaense.
A entrega também dialoga com a valorização da memória pública do estado. O novo equipamento cultural passa a integrar a rota turística de Macapá e amplia os espaços de visitação voltados à história local, à criatividade amazônica e ao sentimento de pertencimento da população.
Em sua manifestação, Randolfe relacionou o encontro com o público à continuidade da luta pela transposição, uma das principais pautas políticas e administrativas do Amapá nas últimas décadas. A medida busca garantir o enquadramento de servidores e ex-servidores do antigo território federal no quadro da União, tema que mobiliza categorias e famílias amapaenses há anos.
Na mesma data da inauguração, foi divulgada a reabertura de prazo para que servidores do ex-território apresentem documentação e optem pelo enquadramento na transposição, por meio de portaria do Governo Federal. O prazo anunciado é de 180 dias, ampliando a possibilidade de regularização para trabalhadores que ainda aguardam análise ou conclusão do processo.
Ao agradecer pelas conversas e demonstrações de apoio, Randolfe afirmou que seguirá caminhando junto com a população nessa pauta. A declaração reforça o caráter político e social da agenda, que reuniu celebração cultural, memória histórica e reivindicações antigas de servidores amapaenses.

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