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Projeto voluntário que ensina primeiros socorros a professores precisa de apoio em equipamentos

O projeto “Lucas Vive”, nome dado em homenagem a um menino que morreu engasgado em um passeio da escola,

Projeto voluntário que ensina primeiros socorros a professores precisa de apoio em equipamentos
*Renivaldo Costa, com informações do projeto Lucas Vive e texto da jornalista Laura Machado (adaptado) – G1 Amapá
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PROJETO “LUCAS VIVE”

Projeto voluntário que ensina primeiros socorros a professores precisa de apoio em equipamentos

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Uma iniciativa criada por bombeiros civis voluntários brasileiros, que passou a ensinar professores e demais profissionais da educação de escolas públicas e privadas do Amapá as noções de primeiros socorros, corre o risco de ser interrompida por falta de apoio.

O objetivo do projeto “Lucas Vive”, nome dado em homenagem a um menino que morreu engasgado em um passeio da escola, é orientar os profissionais para lidarem com acidentes envolvendo crianças.

A ideia é para cumprir a lei nº 13.722/18, também chamada de Lei Lucas, que obriga capacitação de noções de primeiros socorros ao corpo técnico de profissionais de escolas de educação básica e estabelecimentos de recreação infantil.

Firmo Leite, Bombeiro Civil, coordenador do projeto "Lucas Vive" e Delegado dos Bombeiros Unidos sem Fronteiro no Amapá e   Ideraldo Barata, Tenente da reserva da Policia Militar do Amapá    instrutor voluntário do programa destacaram o trabalho desenvolvido pelo projeto para levar mais informação e prática aos profissionais da educação sobre primeiros atendimentos médicos em casos de emergência.

O objetivo do projeto “Lucas Vive”, nome dado em homenagem a um menino que morreu engasgado em um passeio da escola, é orientar os profissionais para lidarem com acidentes envolvendo crianças.

“A ideia é para cumprir a lei nº 13.722/18, também chamada de Lei Lucas, que obriga capacitação de noções de primeiros socorros ao corpo técnico de profissionais de escolas de educação básica e estabelecimentos de recreação infantil. Somos um grupo de amigos que se uniu para salvar pessoas”, explicou Firmo Leite.

Desde que iniciaram as capacitações, o grupo já capacitou em Macapá mais de 160 profissionais em 7 unidades de ensino.

Os voluntários usavam nos treinamentos um boneco específico para demonstrações desse tipo mas que era emprestado. Como a instituição que cedia pediu de volta, o projeto corre o risco de parar. O grupo até criou um PIX solidário mas a iniciativa não conseguiu arrecadar o suficiente. Em média, um boneco de demonstração custa de R$ 1 mil a R$ 1.500 e os voluntários não tem condições de arcar com esses custos.

Quem tiver interesse em ajudar, pode fazer contato com Firmo Leite pelo número (96) 98129-2625.

Como funciona o curso?

Todos os profissionais que possuem contato direto com as crianças no ambiente escolar podem participar do treinamento.  Qualquer profissional ou instituição pode solicitar as aulas de capacitação para escolas de ensino infantil, sem necessidade de apresentar qualquer documentação ou ofício.

 

Caso a instituição não tenha nenhuma política de prevenção, os pais ou responsáveis pelas crianças também podem indicar o curso para a escola. As orientações são ministradas durante 3 dias, e o curso tem carga horária total de 4 horas. Estão incluídas nas aulas noções de prevenção sobre:

  • queimaduras;
  • luxações;
  • fraturas;
  • entorses;
  • ferimentos com hemorragia;
  • suporte básico de vida.

 

São 6 bombeiros voluntários capacitados responsáveis pelo treinamento, além de um policial penal e um policial militar que também dão suporte ao projeto no Amapá.

Ao final do curso, os certificados são entregues à coordenação da escola em formato digital. Os interessados podem entrar em contato com Firmo Leite pelo contato (96) 98129-2625.

 

Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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