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Sábado, 29 de Agosto 2026
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Vozes Femininas’ incentiva o diálogo, empreendedorismo e criatividade entre mulheres vítimas de violência

As atividades concentram rodas de conversa, diálogo e troca de experiências entre as mulheres assistidas pelo centro de atendimento uma vez por mês

Vozes Femininas’ incentiva o diálogo, empreendedorismo e criatividade entre mulheres vítimas de violência
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O Centro de Atendimento à Mulher e à Família (Camuf), unidade da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres (SEPM), foi o local escolhido para mais um encontro do “Projeto Ecoar: Vozes Femininas” nesta sexta-feira (28). A iniciativa é voltada às mulheres em situação de violência doméstica e familiar e coordenada pelo Centro de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (Ceavit), que tem como coordenadora a juíza Michelle Farias, e pelo Centro de Justiça Restaurativa (Cejure), sob coordenação da juíza Nelba Siqueira.

As atividades concentram rodas de conversa, diálogo e troca de experiências entre as mulheres assistidas pelo centro de atendimento uma vez por mês e abordam além de temas relacionados aos tipos de violência, aprendizados relacionados ao autocuidado feminino, empreendedorismo, saúde mental e fortalecimento pessoal.

Na experiência matinal que ocorreu no auditório da instituição, as participantes acompanharam uma oficina de artesanato com destaque para a produção de ecobags, sacolas reutilizáveis feitas de tecido ou material reciclável. 

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A coordenadora do Ceavit/TJAP, juíza Michelle Farias participou das atividades artesanais e falou da oportunidade de estar nas ações sociais mais próximas dessas mulheres atendidas pelo Camuf/SEPM em parceria com o Poder Judiciário.

“Para mim, vivenciar essas oficinas e rodas de conversa representa um crescimento pessoal e profissional, pois são ferramentas da Justiça Restaurativa. Além de que identificamos como podemos contribuir ainda mais para o rompimento do espiral da violência que elas vivenciam”, ressaltou a magistrada. 

A psicóloga Adriana Baldez defendeu a importância dessas atividades manuais para essas mulheres, pois desenvolvem, além da criatividade, momento de calma, reflexão e interação. 

“Além dos círculos de diálogo, desenvolvemos essas oficinas manuais para que haja o despertar do empreendedorismo e da expressão artística entre elas”, falou a servidora. 

 

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