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Domingo, 19 de Abril 2026

Notícias/Tribunal de Justiça do Amapá

Justiça Itinerante retoma 2ª Turma do Curso de Conciliadores Comunitários do Arquipélago do Bailique

Ministrado pela equipe do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Amapá (Nupemec/TJAP),

Justiça Itinerante retoma 2ª Turma do Curso de Conciliadores Comunitários do Arquipélago do Bailique
COMUNICAÇÃO TJAP
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Justiça Itinerante retoma 2ª Turma do Curso de Conciliadores Comunitários do Arquipélago do Bailique

 

 

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“Está sendo muito gratificante participar do curso e espero que possam vir mais oportunidades como essa aqui para o Bailique”, é o que diz Helenilza Farias Gomes, jovem moradora da comunidade São João Batista, localizada a 10 minutos da Vila Progresso (onde fica o Posto Avançado do Bailique). Ela é uma das alunas do curso Conciliador Comunitário, ministrado pela equipe do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Amapá (Nupemec/TJAP),  e afirma que “o capacitação está sendo muito gratificante, nós aprendemos muito e podemos aplicar tudo no dia a dia da nossa comunidade e até da nossa família”.

Segundo a servidora e conciliadora do Nupemec/TJAP Nilce Helena Ferreira, a 140ª Jornada Fluvial ao Bailique do Programa Justiça Itinerante tornou-se uma oportunidade para dar continuidade ao curso Conciliador Comunitário. “O curso foi iniciado em 2019, mas precisou ser interrompido pela pandemia”, lamentou, “aproveitamos a retomada do Programa para realizar dois módulos (8º e 9º), para na próxima Jornada ao Bailique ministrarmos o 10º e último módulo, além de realizar a certificação dos Conciliadores Comunitários do Bailique”.

De acordo com Nilce, esta é a segunda turma de conciliadores comunitários, ambas de moradores da região do Bailique. “A população do Arquipélago enfrenta muitas adversidades, a distância entre as comunidades é grande e cada um dos participantes é muito dedicado, bancando o combustível para trazê-los aqui para o curso, o que sempre é um sacrifício”, registrou.

A servidora explica que os módulos atuais tratam de uma revisão de alguns pontos de módulos anteriores, mas incluem tira-dúvidas dos alunos e reforço de técnicas como a comunicação não violenta, os interesses ocultos em cada conflito, os pilares do conflito e o círculo restaurativo, “que é muito simples de realizar e pode ser trabalhada com todos os segmentos da comunidade, desde os jovens ao ambiente religioso”. 

“O conteúdo que ministramos aos participantes é indicado pelo próprio CNJ, mas temos conciliadores e mediadores judiciais, conciliadores e mediadores escolares e aqui os conciliadores comunitários”, concluiu Nilce Helena Ferreira, conciliadora do Nupemec/TJAP.

Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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