9º Fórum Nacional Extraordinário da Undime
Educador e gestor da Educação, Manoel Souza, integra delegação do Amapá em Brasília
Após cerca de dois anos de pandemia e distanciamento social, a cerimônia de abertura do 9º Fórum Nacional Extraordinário da Undime foi marcada por animação, gritos, buzinas e reencontros.

O evento, que aconteceu até o dia 19 de agosto, em Brasília (DF), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), reuniu mais 1.300 participantes de todo o Brasil, em torno de palestras e bate-papo com o tema “a efetividade das políticas públicas para a garantia do direito à educação”.

A cerimônia oficial teve início com a tradicional apresentação das delegações estaduais das seccionais da Undime. Cada estado foi representado por sua seccional, dirigentes municipais e equipes técnicas que celebraram o encontro com muita festa, confetes, balões e buzinas.

O Estado do Amapá, teve sua delegação da Secção da Unidme/Amapá e essa equipe estava composta pelo seu vice, Manoel Souza dos Santos, Dirigente Municipal de Educação de Mazagão/ AP.
“Estive em Brasília esta semana participando do 9° Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação, juntamente com a delegação do Estado do Amapá”, declarou Manoel Souza.

Com referência a caminhada da Rede Municipal de Educação de Mazagão, que tem sua administração na mão dos dois educadores e gestores, Manoel Souza e o Prefeito Dudão Costa, que tem dado atenção especial a esse segmento tão importante para fortalecer a formação dos munícipes mazaganense, os possibilitando ter uma qualificação necessária para conquistarem uma segurança de empregos e fortalecer a economia e o desenvolvimento de Mazagão.
“Grande satisfação com os resultados da atenção básica na educação de nossos municípios no Estado do Amapá, em especial o extremo salto que o município de Mazagão deu nos últimos anos”, destacou o secretário Manoel Souza.
O evento em Brasília

Na fala de abertura, Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP destacou a importância de estar presente em um evento tão alegre e com tantos reencontros após o período de pandemia da covid-19. “Temos que agradecer a vida que nos foi dada, assumir o compromisso de transformação ainda mais profunda e dizer que estamos aqui para enfrentar os desafios, aprendermos uns com os outros, e lembrar que temos a capacidade de ensinar e aprender ao mesmo tempo. Vamos viver com dignidade e honra”, destacou.

Ao final do fórum educacional foi elaborada e publicada a Carta do 9º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação
Nós, participantes do 9º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação, reunidos em Brasília/ DF de 16 a 19 de agosto de 2022, em nome dos 5568 municípios brasileiros, apresentamos nessa Carta pontos emergentes e urgentes que devem ser considerados na definição de políticas públicas educacionais para este fim de 2022 e para os anos subsequentes.
No próximo 7 de setembro, celebraremos os 200 anos de independência de nossa nação. Mas, deve ser uma celebração, sem ufanismo, que provoque um momento de análise e criticidade sobre os avanços e retrocessos nas políticas sociais ao longo desses 200 anos, e, principalmente, sobre o que ainda precisa ser feito para se garantir uma educação pública, laica, gratuita e inclusiva para todas as crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. A título de exemplo da dívida social que persiste ao longo desse período, é importante mencionar que a Lei nº. 1, de 1837 - a primeira Lei da Educação, a qual passou a viger 15 anos após a Independência – proibia “os escravos e os pretos africanos, ainda que sejam livres ou libertos” de frequentarem a escola.
Para contribuir com essa análise crítica, ao longo dos quatro dias de Fórum Nacional foram discutidos temas como: Manifesto dos Pioneiros da Educação; Sistema Nacional de Educação; Plano Nacional de Educação (2024/ 34); a diversidade na educação pública municipal, na perspectiva da Educação Especial, da EJA, da Educação do Campo, da Educação Escolar Indígena e da Educação Quilombola; o direito ao brincar e cuidar dos nossos bebês e crianças; educação empreendedora; o uso das tecnologias na educação; paradigmas e utopias da educação brasileira e da educação internacional na contemporaneidade; financiamento da educação; avaliação diagnóstica; recomposição/ recuperação de aprendizagem; alfabetização de crianças; e desafios dos anos finais do ensino fundamental. Instigados pelos debates, dirigentes e técnicos de secretarias municipais de educação, voltarão a suas redes capazes de elaborar um diagnóstico da educação pública em seu município, à luz do processo histórico, e de planejar ações inclusivas que deem visibilidade aos excluídos do processo educacional.
- 1) Plano Nacional de Educação – 2024/ 2034 ......
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