Davi participa de rodada de entrevistas na TV Amapá e g1

E declara que vai buscar recursos para saúde, geração de emprego e desenvolvimento econômico
O candidato Davi (União Brasil), que concorre à reeleição ao Senado Federal, participou na segunda-feira (29) de uma rodada de entrevistas feitas pelos jornalistas Núbia Pacheco (G1) e Willian Amanajás (TV). Foram 20 minutos ao vivo durante o programa Bom Dia Amapá e depois o candidato respondeu mais 10 minutos de perguntas no portal.
Ao Bom dia Amapá o senador Davi Alcolumbre (União Brasil) no período em presidia o Congresso Nacional quando o Amapá passou por um dos maiores blecautes do país que deixou quase 800 mil pessoas sem energia por 22 dias, dos quais quatro deles na escuridão total.
Questionado sobre a atuação para solucionar o problema, o candidato disse que por conta da disputa eleitoral na qual o irmão concorreria à prefeitura, ele teria sido vítima de ataques e mentiras.
"Houve uma série de mentiras que foram lançadas à minha atuação enquanto senador da república naquele episódio do apagão. Se utilizou muito naquele momento, por conta da disputa eleitoral, mentiras que nos acusaram de não termos resolvido o problema, ao contrário, nós fizemos de tudo o possível para que a gente pudesse restabelecer a energia para o povo do Amapá", disse.
Durante a entrevista, o candidato falou também sobre relação com o atual presidente da república Jair Bolsonaro (PL). Ele não disse se apoia ou não Bolsonaro, que tenta a reeleição à presidência, mas enfatizou que a prioridade é para com o Amapá, independente de quem for o chefe de governo e de estado do país.
"Na verdade o meu Brasil é o Amapá, eu gosto de falar isso aonde eu vou, porque de fato foi a oportunidade de estar no Senado, dos amapaenses me colocarem no Senado para que eu pudesse fazer essa revolução em termos de recursos inéditos que estão chegando no Amapá [...] minha vida é pautada para o povo amapaense e a relação com qualquer que seja o presidente da república vai ser de respeito ao Amapá ", disse.
O candidato falou sobre os problemas relacionados à infraestrutura do estado, com destaque para a obra da BR-156, Rodovia mais antiga do país em construção. Ele disse que cobrou a execução do serviço e considerou um "gargalo histórico".
"Isso é um problema gravíssimo que nós temos. A obra, tanto trecho norte e agora o trecho sul, que foi transferido para o Exército, ela de fato é um problema para o desenvolvimento da região norte do Amapá. A gente tem cobrado muito do DNIT, porque o DNIT não tem dado atenção necessária", disse.
Questionado sobre como se destacar no Senado estando ao lado de outros 80 senadores, o candidato fez uma retrospectiva da própria história na política, que segundo ele, teria sido fonte de experiência para a atuação ao lado de representantes de grandes metrópoles.
"Primeiro é uma honra é um privilégio servir o povo do Amapá como senador da república. Eu tive a felicidade de começar lá de baixo. Fui eleito vereador de Macapá em 2000 e fui eleito deputado federal em 2002. Eu cumpri 3 mandatos, 12 anos como deputado federal do Amapá em Brasília, cheguei em 2014, fui eleito senador da república e hoje tenho muito orgulho de servir o povo na condição que a gente chegou [...] é muito importante a experiência de ter começado lá de baixo", disse.
Davi também falou sobre a atuação na área da saúde durante a pandemia e que buscou recursos para a abertura de espaços que pudessem atender a população. Ele expressou que se for eleito vai continuar investindo nesta área, mas que também dará ênfase ao desenvolvimento econômico e à geração de emprego.
"Eu to focando em atuar agora, nesse próximo mandato, se deus permitir e o povo confiar, é geração de emprego e desenvolvimento econômico. A gente precisa utilizar as nossas riquezas do Amapá, as nossas vocações, para promover o desenvolvimento econômico e diminuir a desigualdade", disse. (Publicação g1 Amapá)
