COVID 19
Usinas produtoras de oxigênio hospitalar instaladas nos municípios de Laranjal do Jari e Oiapoque

“Nossos esforços para vencer o coronavírus não podem nem vão parar.”, Davi Alcolumbre, Senador do Amapá
Reinaldo Coelho
Essa semana o Amapá recebeu duas usinas produtoras de oxigênio hospitalar para atender os dois municípios localizados nos extremos Norte e Sul do estado: Laranjal do Jarí que faz fronteira com o Pará (Almeirim) e Oiapoque com o Platô das Guianas e, portanto, portas de entradas e de circulação de pessoas oriundas de outros centros, possibilitando a circulação maior de novas cepas do vírus do Covid e aumento da contaminação no estado que já está em sua fase vermelha.
Esse reforço foi pensado conjuntamente com o governador Waldez Góes (PDT) e o ministério da Saúde, como retaguarda para ser usado em situações de colapso e falta de oxigênio em casos graves de Covid. Por isto, esses equipamentos salvarão vidas
As duas usinas passam a ser do estado do Amapá. Foram doadas pelo governo federal e passam a gerar uma grande economia ao estado, além de garantir o abastecimento de oxigênio de maneira permanente.
“Nós conseguimos, através do governo federal, que as duas usinas fossem dadas ao Amapá, a título de doação, o que, além de salvar vidas, garantindo o abastecimento de oxigênio para pacientes em estado grave, vai gerar economia considerável para o governo do estado”, declarou Davi Alcolumbre em postagens nas redes sociais.
TRATATIVAS
Essas usinas foram direcionadas para o Estado do Amapá, pelas tratativas realizadas junto ao Ministério da Saúde, pelo senador Davi Alcolumbre (DEM/AP) e a entrega imediata pela Força Aérea Brasileira, a pedido do senador amapaense junto ao Ministério da Defesa.
“Solicitei também ao ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, um avião do tipo Hercules para levar as usinas ao Amapá́ e também fomos atendidos”, explicou o senador amapaense
A chegada desses equipamentos essenciais para a manutenção da vida de pacientes, foi festejado pelos profissionais da Saúde, que reconhecem a importância de ter em mãos um mecanismo que mantenha os doentes respirando com segurança.
“A nossa preocupação é evitar que o Amapá́ passe por situação semelhante à que ocorreu em Manaus, sobretudo porque Laranjal do Jari e Oiapoque ficam nos pontos extremos do estado, com acesso dificultado por estradas de terra. A questão também é de estratégia e de logística.”, definiu Davi Alcolumbre.

No sábado (13) a primeira usina de oxigênio. foi entregue em Laranjal do Jari por um avião Hércules que pousou em Monte Dourado-PA, fronteira com o município de Laranjal do Jari, levando a primeira usina produtora de oxigênio.

E a segunda usina produtora de oxigênio hospitalar chegou no final da tarde de segunda-feira (15) ao Oiapoque. O aparelho será instalado no Hospital Estadual e tem capacidade para gerar 20 metros cúbicos de oxigênio por hora. Junto com a usina, uma equipe do governo do Amapá também levou novos testes de Covid-19 e técnicos que farão a manutenção do equipamento de Raio-X do Hospital Estadual.
“Nossa preocupação é evitar, a todo custo, um colapso das redes pública e privada de Saúde, já que vem crescendo o número de infectados por Covid. Todos os esforços foram, estão sendo e continuarão a ser canalizados para combater e aliviar o sofrimento causado por essa doença terrível, que já levou tantos de nós. E que venham vacinas. Mais vacinas. Vacinação maciça para todos”, finalizou Davi,
