O prefeito de Macapá, Pedro DaLua, afirmou que são falsas as informações divulgadas em vídeos nas redes sociais que acusam a gestão municipal de ter determinado a retirada de impressoras de escolas da rede pública. A declaração foi feita após a circulação de conteúdos que sugeriam que equipamentos teriam sido recolhidos por ordem do chefe do Executivo municipal.
Segundo o prefeito, diante da repercussão do caso, ele decidiu ir pessoalmente até a unidade de ensino mencionada nos vídeos para verificar a situação e ouvir os servidores da escola. Durante a visita, DaLua conversou com funcionárias da instituição e buscou esclarecer o que teria ocorrido com o equipamento.
De acordo com o relato das servidoras, a impressora citada nas publicações não possuía registro formal ou documentação que comprovasse sua origem ou vinculação à escola. Ainda segundo as funcionárias, um homem identificado apenas como José teria ido ao local afirmando que estava retirando o equipamento porque o contrato de uso havia sido encerrado e que a ação teria sido determinada pelo prefeito.
Pedro DaLua negou qualquer ordem nesse sentido e afirmou que jamais tomaria decisões que prejudicassem o funcionamento das escolas da rede municipal. Para ele, a educação é uma das prioridades da gestão e qualquer medida administrativa envolvendo equipamentos escolares precisa seguir procedimentos formais.
O prefeito também acusou adversários políticos de estarem por trás da divulgação do conteúdo, classificando o episódio como mais um caso de desinformação nas redes sociais. Segundo ele, o objetivo seria atacar a atual administração e confundir a população.
Casos de disseminação de notícias falsas envolvendo autoridades públicas têm sido alvo de investigações em diferentes estados brasileiros. No Amapá, por exemplo, a Polícia Civil já abriu procedimentos para apurar a circulação de fake news que atingem agentes públicos e instituições, com o objetivo de identificar responsáveis e responsabilizar criminalmente os envolvidos.
A prefeitura informou que seguirá acompanhando o caso e reforçou que qualquer informação oficial sobre ações da gestão municipal deve ser verificada nos canais institucionais do município.

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