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Domingo, 19 de Abril 2026

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PF combate crime organizado na fronteira com a Guiana Francesa

PF desmonta 2ª quadrilha que fazia tráfico e migração ilegal entre Amapá e Guiana Francesa.

PF combate crime organizado na fronteira com a Guiana Francesa
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PF combate crime organizado na fronteira com a Guiana Francesa

 

Policiais federais realizando buscas — Foto PF Divulgação

 

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PF desmonta 2ª quadrilha que fazia tráfico e migração ilegal entre Amapá e Guiana Francesa. Corporação cumpriu um mandado de prisão e três de busca e apreensão, na 2ª fase da 'Quinino', nesta quarta-feira (3) em Oiapoque.

 

A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de prisão e três de busca e apreensão nesta quarta-feira (3) no Amapá, durante a 2ª fase da operação "Quinino", que investiga principalmente a migração ilegal na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa.

A ação buscou desarticular, em menos de um mês, a segunda quadrilha identificada na região do município de Oiapoque. A primeira fase, no dia 11 de fevereiro, tinha como alvo um outro grupo criminoso que atuava na mesma rota.

A equipe da PF conseguiu apreender durante as buscas cédulas de dinheiro, R$ 14.850 e 1.475 euros, e ainda um telefone que funciona via satélite.

A investigação descreve que a organização criminosa realizava, além de migração ilegal, tráfico de drogas e armas, contrabando e descaminho na região de fronteira.

Ainda de acordo com a investigação, iniciada em 2018, o grupo utilizava uma rota marítima entre Suriname, Guiana Francesa e o Brasil para realização dos crimes. Em várias ocasiões, segundo a PF, as viagens eram realizadas com embarcações lotadas até garimpos ilegais.

Nesta quarta-feira, a polícia encontrou 5 pessoas que aguardavam para embarcar numa dessas viagens. Elas ouvidas e liberadas, informou a PF.

Um dos alvos dos dois mandados de prisão preventiva autorizados pela Justiça Federal foi preso em flagrante com munição ilegal. O segundo mandado de prisão não chegou a ser cumprido.

Segundo a PF, os suspeitos estão sujeitos a penas de até 37 anos de prisão pelos crimes investigados.

1ª fase

Deflagrada em fevereiro, a 1ª fase da operação cumpriu três mandados de prisão e 8 de busca e apreensão para combater o tráfico de pessoas e drogas na região fronteiriça no extremo Norte brasileiro.

A PF descobriu que outro grupo criminoso seguia organizando viagens clandestinas por meio de uma rota que passava pelo Suriname e Guiana Francesa, até a chegada na cidade de Oiapoque.

O nome da operação faz alusão ao medicamento usado para tratar a malária, doença tropical que atinge pessoas que se arriscam nas rotas clandestinas.

 

PRIMEIRA FASE DA OPERAÇÃO QUININO

 A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (11/2) a Operação Quinino*, nos municípios de Oiapoque/AP e Macapá/AP. O objetivo é desarticular duas organizações criminosas que atuam em ambas cidades, praticando diversos crimes.

Cerca de 30 policiais federais dão cumprimento a sete mandados de busca e apreensão e a dois mandados de prisão preventiva em Oiapoque; além de um mandado de busca e apreensão e outro de prisão preventiva em Macapá. Os alvos são residências e um órgão público.

As investigações da Polícia Federal tiveram início após apreensão de armas e drogas na região de Oiapoque, trazidas por indivíduos que tentavam adentrar o Brasil por via marítima-fluvial. Na ocasião, foi descoberta uma rota ilegal entre Suriname, Guiana Francesa e Brasil. Esse caminho era usado para a prática de diversos crimes transnacionais: como tráfico internacional de drogas, de armas e de pessoas. Além disso, promovia a migração ilegal para os países fronteiriços com o estado do Amapá. Apurou-se que, por semana, um grupo realiza em torno de três viagens internacionais, com em média 20 passageiros em cada uma, ao custo de R$ 1.5 mil por pessoa.

Ainda no âmbito da operação de hoje, a PF trabalha para desarticular outro grupo criminoso que controla o tráfico de cocaína na região de Oiapoque.

Uma vez condenados, os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes já citados, além de organização criminosa e associação para o tráfico. A pena somada em todos os delitos alcança 37 anos de reclusão.

*Quinino é o nome do componente de um remédio utilizado no tratamento da malária, doença tropical que acomete muitas das pessoas que se arriscam nessas rotas ilegais.

 

Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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