Scheffer bate recorde e vai à semi com 2º melhor tempo; 4x100m está na final

Nadador deu show nos 200m livre e quebrou um recorde pessoal de 2018; Guilherme Guido vai a mais uma semifinal e Chierighini brilha no revezamento
A manhã desse domingo (25) foi excelente para o Brasil na natação. Oito nadadores caíram nas piscinas japonesas, com destaque para Fernando Scheffer, semifinalista dos 200m livre dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 com direito a recorde sul-americano e 2º lugar geral. Também brilharam Guilherme Guido, semifinalista nos 100m costas e o revezamento 4x100m comporto por Breno Correia, Pedro Spajari, Gabriel Santos e Marcelo Chierighini, que levaram o país à final da prova. Murilo Sartori (200m livre) e Guilherme Basseto (100m costas) não conseguiram avançar.
Fernando Scheffer já abriu os trabalhos na piscina olímpica com tudo. O nadador fez 1min45s05 e bateu o próprio recorde sul-americano obtido em 2018. Esse foi o sexto tempo mais rápido do mundo até aquela altura. Ao final de todas as baterias, Scheffer passou para a semifinal com o segundo melhor tempo, atrás apenas dos 1min44s62 do sul-coreano Hwang Sun-woo.
reno Correia poderia nadar a prova, mas preferiu focar no revezamento 4x100m. Em seu lugar, Murilo Sartori caiu na água e fez 1min47s01, ficando de fora da final. O foco de. Murilo, no entanto, é o revezamento 4x200m.
Mais uma na conta
Em sua terceira Olimpíada, Guilherme Guido caiu na água junto com seu xará Guilherme Basseto para os. Companheiros de time no Pinheiros, tinham a intenção de ir à semifinal juntos. Por pouco, isso não aconteceu. Basseto nadou primeiro e fez 53s84. Precisou secar os demais e no final acabou na 20ª colocação em sua primeira participação olímpica.
Na sequência, Guido caiu na água e fez um tempo melhor: 59s64, o 11º melhor do dia. Com isso, estará à noite (do horário de Brasília) em sua terceira semifinal. Seu objetivo será melhorar a 11ª colocação obtida nos Jogs Olímpicos de Pequim 2008.
A manhã desse domingo (25) foi excelente para o Brasil na natação. Oito nadadores caíram nas piscinas japonesas, com destaque para Fernando Scheffer, semifinalista dos 200m livre dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 com direito a recorde sul-americano e 2º lugar geral. Também brilharam Guilherme Guido, semifinalista nos 100m costas e o revezamento 4x100m comporto por Breno Correia, Pedro Spajari, Gabriel Santos e Marcelo Chierighini, que levaram o país à final da prova. Murilo Sartori (200m livre) e Guilherme Basseto (100m costas) não conseguiram avançar.
Fernando Scheffer já abriu os trabalhos na piscina olímpica com tudo. O nadador fez 1min45s05 e bateu o próprio recorde sul-americano obtido em 2018. Esse foi o sexto tempo mais rápido do mundo até aquela altura. Ao final de todas as baterias, Scheffer passou para a semifinal com o segundo melhor tempo, atrás apenas dos 1min44s62 do sul-coreano Hwang Sun-woo.
Breno Correia poderia nadar a prova, mas preferiu focar no revezamento 4x100m. Em seu lugar, Murilo Sartori caiu na água e fez 1min47s01, ficando de fora da final. O foco de. Murilo, no entanto, é o revezamento 4x200m.
Mais uma na conta
Em sua terceira Olimpíada, Guilherme Guido caiu na água junto com seu xará Guilherme Basseto para os. Companheiros de time no Pinheiros, tinham a intenção de ir à semifinal juntos. Por pouco, isso não aconteceu. Basseto nadou primeiro e fez 53s84. Precisou secar os demais e no final acabou na 20ª colocação em sua primeira participação olímpica.
Na sequência, Guido caiu na água e fez um tempo melhor: 59s64, o 11º melhor do dia. Com isso, estará à noite (do horário de Brasília) em sua terceira semifinal. Seu objetivo será melhorar a 11ª colocação obtida nos Jogs Olímpicos de Pequim 2008.
Fechando o dia de competições, o disputado e eletrizante revezamento 4x100m. Breno Correira, Pedro Spajari, Gabriel Santos e marcelo Chierighini caíram na água para tentar classificar o Brasil a mais uma final.
Breno Correia não abriu tão bem e entregou em sexto com 48s67. Na sequência, Pedro Spajari foi melhor (48s15), mas também entregou para Gabriel Santos na sexta colocação. Gabirú, como é conhecido, frz 48s43 e ganhou uma colocação.
Marcelo Chiereghini tinha um piano enorme nas costas. Se fosse mal e entregasse na quinta ou sexta colcoação, poderia deixar o Brasil da final. Sem sentir a pressão, ‘voou’ dentro da piscina e cravou 47s34, a terceira melhor parcial dentre todas. Com isso, deixou o Brasil mais tranquilo na terceira colocação da bateria. O país fez 3min12s59 e ficou em terceiro, atrás da França (3min12s35) e Itália, que cravou impressionantes 3min10s29.
