A Prefeitura de Mazagão intensificou a presença no campo com uma força-tarefa do Instituto Municipal de Meio Ambiente (IMMAM), acompanhada pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico Rural (IDECOM), para levar orientação técnica e serviços às comunidades rurais. As equipes têm ofertado licenciamento de limpeza de áreas voltadas à agricultura familiar, além de rodas de conversa sobre o período de defeso e medidas de prevenção a queimadas, alinhando produção, conservação ambiental e segurança jurídica para os produtores. A agenda inclui entrega do cronograma de ações públicas para a população do interior, de modo a facilitar o acesso a autorizações, esclarecimento de dúvidas e planejamento de safras.
A regularização da limpeza de áreas é ponto sensível para pequenos agricultores. Com o licenciamento, o município busca evitar autuações e conflitos, ao mesmo tempo em que orienta técnicas de manejo que reduzam impactos e risco de fogo descontrolado. O esforço dialoga com movimentos estaduais e federais de prevenção a incêndios e ao desmatamento, que têm promovido capacitações em Mazagão e estruturado planos conjuntos para a temporada seca. Em paralelo, o tema do defeso ganha centralidade: a atualização das regras e a divulgação de calendários mais detalhados reforçam os direitos dos pescadores artesanais e a proteção dos estoques durante a reprodução.
No eixo produtivo, a presença do IDECOM amplia a capacidade de escoamento e assistência às famílias rurais, conectando logística fluvial, apoio técnico e regularização ambiental. A Prefeitura também destaca investimentos em maquinário para fortalecer a agricultura familiar, compondo um pacote de ações que mira tanto o aumento da renda quanto a resiliência frente a extremos climáticos e sazonalidade.
Para a gestão do prefeito Chico, a estratégia é fazer do licenciamento um aliado do desenvolvimento sustentável: desburocratizar etapas, padronizar procedimentos e levar informação até as comunidades mais afastadas. Ao combinar licenças, educação ambiental e infraestrutura, Mazagão busca reduzir o risco de queimadas, cumprir o defeso e dar previsibilidade à produção. A expectativa é que, com calendário claro, apoio no transporte e regras compreendidas, os produtores tenham mais segurança para plantar, pescar e comercializar, enquanto o município preserva seus recursos naturais e fortalece a economia local.
