O município de Mazagão, no Amapá, foi reconhecido pela segunda vez com o Selo Ouro do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que certifica estados e municípios com boas práticas e resultados na área da alfabetização. A conquista foi celebrada pelo prefeito Chico Nó ao lado do secretário municipal de Educação, Manoel Gonzaga, e da equipe da Secretaria Municipal de Educação (SEMED-Mz).
Criado no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, o selo integra uma política pública federal lançada em 2023 com a meta de garantir que todas as crianças brasileiras estejam alfabetizadas até o final do 2º ano do ensino fundamental. A certificação é concedida com base em critérios como adesão a programas federais, formação continuada de professores, monitoramento de indicadores de aprendizagem e implementação de estratégias pedagógicas eficazes.
Ao receber o reconhecimento, o prefeito destacou que o resultado reafirma o compromisso da gestão com a qualidade do ensino e com o futuro das crianças mazaganenses. Ele parabenizou professores, gestores, coordenadores, formadores, articuladores e estudantes, ressaltando que o selo é fruto de dedicação coletiva e investimento contínuo na rede municipal.
Dados do próprio MEC apontam que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada busca enfrentar os impactos educacionais agravados pela pandemia, que afetaram especialmente os anos iniciais. O programa prevê apoio técnico e financeiro aos municípios, além de avaliações periódicas para acompanhar o desenvolvimento da leitura e da escrita entre os estudantes.
Mazagão, município histórico com pouco mais de 22 mil habitantes, tem apostado em políticas de formação docente e acompanhamento pedagógico para melhorar os índices educacionais. A manutenção do Selo Ouro indica continuidade nas ações e consolidação de estratégias voltadas à alfabetização na idade certa, considerada uma das bases para o sucesso escolar nas etapas seguintes.
A gestão municipal afirmou que seguirá investindo na qualificação dos profissionais da educação e na melhoria da infraestrutura das escolas, reforçando que a conquista não representa um ponto de chegada, mas um estímulo para avançar ainda mais na garantia do direito à aprendizagem.
