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Terça-feira, 19 de Maio 2026
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Cabralzinho 129 anos: Prefeitura de Amapá convida Exército Brasileiro para as comemorações

O aniversário do patrono da cidade será celebrado no dia 15 de maio e contará com uma programação especial que promete marcar a data com muita cultura.

Cabralzinho 129 anos: Prefeitura de Amapá convida Exército Brasileiro para as comemorações
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A Prefeitura de Amapá está empenhada na organização das comemorações pelos 129 anos de nascimento do herói amapaense, Francisco Xavier da Veiga Cabral, o Cabralzinho. O aniversário do patrono da cidade será celebrado no dia 15 de maio e contará com uma programação especial que promete marcar a data com muita cultura, história e patriotismo.

Em visita à Macapá na quinta-feira (25), o prefeito Carlos Sampaio, acompanhado da secretária de governo Karynne Veras e do secretário municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Elano Costa, formalizou um convite ao General Furtado, Comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, para participar das festividades.

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A participação do Exército Brasileiro é uma tradição nas comemorações de Cabralzinho, e a Prefeitura reconhece a importância da instituição na valorização da história e da cultura do Amapá.

"O Exército Brasileiro é um parceiro fundamental na construção da nossa cidade, e sua presença nas comemorações de Cabralzinho é um símbolo da importância do patriotismo e da defesa da nossa pátria", afirmou o prefeito Carlos Sampaio.

A programação completa das comemorações de Cabralzinho ainda está em desenvolvimento, mas a Prefeitura já garante que haverá diversas atividades para todos os gostos. Entre as atrações previstas estão shows musicais, apresentações culturais, desfiles cívicos, exposições, oficinas e atividades para as crianças.

 

História

No dia 15 de maio de 1895, há quase 127 anos, a vila do Espírito Santo do Amapá (hoje, cidade de Amapá) era invadida por uma tropa da Legião Estrangeira vinda de Caiena, a capital da Guiana Francesa, motivada por ouro e ganancia e de ambições duvidosas.

De acordo com o historiador Fernando Rodrigues, Francisco Xavier da Veiga Cabral, um comerciante franzino, conhecido como “Cabralzinho”, liderou uma resistência brasileira amapaense contra os invasores.

Cabralzinho à frente de 14 milicianos empunhando armas interpelou o comandante dos invasores, o capitão Lunier, e o matou durante luta corporal. Os legionários em maior número reagiram e Cabralzinho e companheiros trocando tiros com eles, recuou para a orla da mata mais próxima para contra-atacar com auxílio de gente que mandara convocar na região dos garimpos.

Os inimigos sobreviventes percebendo que poderiam ficar encurralados fugiram, mas antes assassinaram velhos, mulheres e crianças, decisão cruel e covarde que justificava a índole da soldadesca.

Foi tudo muito rápido e se os brasileiros não puderam vingar seus mortos, a Nação Brasileira reconheceu o heroísmo dos que combateram e o governo da República levou a questão ao arbítrio internacional que resultou no célebre Laudo Suíço em 1º de dezembro de 1900, que ratificou o rio Oiapoque como a fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa.

Paulo Ronaldo

Publicado por:

Paulo Ronaldo

Editor-Chefe

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