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Domingo, 19 de Abril 2026

Notícias/Saúde - COVID 19

As pessoas estão perdendo o medo da Covid-19? 

'Elas olham quem está ao seu redor e, se sinalizam que está tudo bem, baixam a guardam e voltam para o padrão de agir antes', diz Fernando Gomes   

As pessoas estão perdendo o medo da Covid-19? 
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As pessoas estão perdendo o medo da Covid-19? 

'Elas olham quem está ao seu redor e, se sinalizam que está tudo bem, baixam a guardam e voltam para o padrão de agir antes', diz Fernando Gomes 

 

 

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No fim dessa semana o neurocirurgião Fernando Gomes avaliou se a população está "perdendo" o medo da Covid-19. Ele também explicou como a doença afeta os hipocondríacos e esclareceu a importância do luto. 

Para o especialista, essa aparente perda do medo de ser infectado pelo novo coronavírus tem relação com, por exemplo, o fato de que ver outras pessoas agindo normalmente – mesmo em meio ao aumento de casos da doença – pode gerar uma "falsa sensação de segurança". 

"Elas olham quem está ao seu redor e, se sinalizam que está tudo bem, baixam a guardam e voltam para o padrão de agir antes do novo coronavírus", afirmou o médico. 

Já os hipocondríacos estão no extremo oposto dessa postura. "Eles têm medo de um desfecho grave e vivem em ansiedade. Os dois extremos não são bons. Para o hipocondríaco, o pensamento negativo pode baixar a imunidade, já o outro se arrisca de forma inconsequente", descreveu. 

No caso daqueles que se expõem à doença, o médico explica que o cérebro "consegue projetar algo de fora do seu meio e conseguir uma desculpa para a pessoa continuar vivendo da forma como gostaria". 

"Muitas pessoas adotam como desculpa esses dados preliminares que mostram para a gente que pessoas com mais de 60 anos e outras doenças crônicas têm uma chance maior de ter complicações mais graves", exemplificou. "Infelizmente existe essa tendência. Alguns exageram e têm uma tendência a sentir muito medo, enquanto outros se sentem corajosos demais", disse. 

Luto 

Outro tema abordando na edição desta quarta foi a importância do luto para as pessoas e como o novo modo de despedida – sem velório e com sepultamento restrito – afeta esse momento de perda. 

"O humano se organiza em processos de despedida e fechamento de ciclos. A própria questão do velório e do sepultamento faz parte dessa realidade. O grande desafio que o novo coronavírus trouxe foi justamente esse, que faz as pessoas se despedirem de uma maneira quase virtual. Tudo mudou", analisou. 

Segundo o médico, não passar por esse momento da forma tradicional e cultural pode agravar o luto e provocar síndrome de estresse pós-traumático. 

(Edição: Sinara Peixoto) 

Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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