O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) esteve, nesta segunda-feira (28), a bordo do navio-sonda NS-42 da Petrobras, que se desloca em direção à costa amapaense para iniciar a pesquisa petrolífera na Margem Equatorial. Acompanhado do governador Clécio Luís e do presidente do Sebrae Amapá, Josiel Alcolumbre, o parlamentar destacou a importância da visita para conhecer de perto a estrutura que garantirá soberania, transição e diversificação energética ao país. “Fiquei vislumbrado com tudo o que vi e ouvi. O elevado nível técnico da Petrobras me enche de orgulho e da certeza de uma exploração segura e com respeito ao meio ambiente. O futuro começa aqui!”, afirmou Randolfe em suas redes sociais.
A visita ocorreu durante a Avaliação Pré-Operacional (APO), etapa final antes do licenciamento ambiental para a perfuração de poços na região da Margem Equatorial. O navio-sonda NS-42 está atualmente entre os estados do Pará e Amapá, aguardando autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para prosseguir com as atividades.
A exploração de petróleo na Margem Equatorial do Amapá é considerada estratégica para o setor energético brasileiro. A bacia marítima da Foz do Amazonas, localizada em águas profundas entre os estados do Amapá e do Pará, é o cenário da primeira frente de exploração da Petrobras na chamada Margem Equatorial brasileira. A operação pode abrir caminho para um novo ciclo de desenvolvimento econômico na região, com potencial para geração de empregos e investimentos em infraestrutura.
O senador Randolfe Rodrigues tem sido um defensor ativo da exploração responsável e sustentável dos recursos naturais do Amapá. Ele tem trabalhado em conjunto com autoridades estaduais e federais para garantir que a pesquisa e eventual exploração de petróleo na região sejam conduzidas de forma a respeitar o meio ambiente e beneficiar a população local.
A expectativa é que, com a conclusão bem-sucedida da APO e a obtenção da licença ambiental, a Petrobras possa iniciar a perfuração dos poços na Margem Equatorial, marcando um avanço significativo para o desenvolvimento energético e econômico do Amapá.
