A Prefeitura de Santana, em parceria com o Governo do Amapá, mantém uma força-tarefa de acolhimento às famílias atingidas pelo incêndio registrado na manhã de sexta-feira (25), na Travessa I, no bairro Mutirão do Paraíso. A prioridade das equipes é garantir proteção, assistência humanitária e condições para que os moradores afetados possam reorganizar suas vidas após as perdas provocadas pelo fogo.
Desde as primeiras horas da ocorrência, foram mobilizadas equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil municipal e estadual e Assistência Social. Após o controle do incêndio e o levantamento inicial das necessidades, a Escola Municipal Iraídina Pinheiro foi transformada em ponto de apoio para receber as famílias.
No local, a Prefeitura disponibilizou alimentação, água, colchões, roupas, kits de higiene e outros itens considerados essenciais para o atendimento emergencial. As equipes também iniciaram o acompanhamento social dos moradores para identificar as necessidades específicas de cada núcleo familiar.
O prefeito Bala Rocha informou que o município dispõe de um auxílio emergencial no valor de R$ 1.650 por mês, durante seis meses, totalizando R$ 9.900 por família beneficiada. Segundo o gestor, a medida busca oferecer suporte financeiro para que os moradores consigam substituir parte dos bens perdidos e iniciar o processo de reconstrução.
O modelo de benefício emergencial já havia sido adotado pela Prefeitura após o incêndio ocorrido em agosto na comunidade do Ambrósio. Naquele caso, a Lei Municipal nº 1.648/2026 instituiu o pagamento temporário de R$ 9.900 por família, dividido em seis parcelas mensais de R$ 1.650, destinado aos núcleos cadastrados pelos órgãos responsáveis.
O vice-governador do Amapá, Antônio Teles Júnior, também acompanhou as ações no Mutirão do Paraíso e destacou a atuação integrada entre Estado e Município. A Prefeitura informou que o atendimento permanecerá ativo enquanto houver necessidade e que novas providências poderão ser adotadas a partir do levantamento completo dos danos.
A mobilização busca garantir que, além do suporte imediato, as famílias tenham acompanhamento durante o processo de recomeço, com articulação entre assistência social, Defesa Civil e demais órgãos envolvidos.
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