A equipe técnica do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) realizou, no dia 25 de setembro, uma oficina com usuários do serviço como parte das ações do Setembro Amarelo. Com o tema “Acolhimento, Empatia e Prevenção”, a atividade criou um espaço de diálogo e reflexão sobre saúde emocional, valorização da vida e importância das redes de apoio.
Durante o encontro, os participantes conversaram sobre a necessidade de reconhecer situações de sofrimento emocional e não ignorar sinais que indiquem necessidade de atenção. A equipe reforçou que familiares, amigos e serviços públicos podem exercer papel importante no acolhimento e no encaminhamento adequado de quem enfrenta momentos difíceis.
Outro ponto abordado foi a importância de ouvir sem julgamentos, respeitando os sentimentos e as experiências de cada pessoa. A oficina também estimulou a construção e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários como fatores de proteção e apoio no cotidiano.
A participação dos usuários ocorreu por meio de diálogo e troca de experiências, permitindo que diferentes vivências fossem compartilhadas. A proposta foi sensibilizar o grupo para práticas de cuidado, empatia e atenção ao outro, destacando que procurar ajuda deve ser compreendido como uma atitude de cuidado.
A atividade está alinhada ao papel desenvolvido pelos CRAS dentro do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Nessas unidades é ofertado o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que busca apoiar famílias, prevenir o rompimento de vínculos, promover acesso a direitos e contribuir para a melhoria da qualidade de vida.
Entre as ações previstas pelo PAIF estão justamente oficinas, atividades coletivas, palestras e espaços de escuta e troca de experiências. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social destaca que esse trabalho deve fortalecer a função protetiva das famílias e os vínculos comunitários, articulando também outras políticas públicas quando necessário.
Com a oficina do Setembro Amarelo, o CRAS reforçou sua atuação como espaço de acolhimento, orientação e fortalecimento de vínculos no território. A ação também destacou que o cuidado e a prevenção devem permanecer durante todo o ano, por meio da atenção às pessoas e do funcionamento articulado das redes de proteção.
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