A Prefeitura de Oiapoque realizou uma ação social na comunidade Vila Velha, com dois dias de atividades voltadas ao acolhimento, à convivência comunitária e ao acompanhamento das famílias que vivem na localidade.
No primeiro dia, a programação foi dedicada principalmente às crianças, com brincadeiras, momentos de lazer e atividades de integração. A iniciativa buscou proporcionar experiências de convivência e participação, além de fortalecer os vínculos entre as famílias e os serviços da rede municipal de assistência social.
A atuação teve continuidade no segundo dia, quando equipes técnicas do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e do Programa Criança Feliz (PCF) realizaram visitas domiciliares e atendimentos diretamente às famílias da comunidade.
Vila Velha está localizada em uma região de difícil acesso do município de Oiapoque. A localidade, também conhecida como Vila Velha do Cassiporé, aparece em documentos oficiais entre as comunidades atendidas por rotas diferenciadas em razão das características geográficas da região.
Nesse contexto, a presença das equipes diretamente na comunidade permite aproximar os serviços socioassistenciais de moradores que precisam percorrer maiores distâncias para chegar à sede municipal.
O Programa Primeira Infância no SUAS/Criança Feliz utiliza visitas domiciliares como uma de suas principais estratégias. O acompanhamento é destinado especialmente a famílias com gestantes e crianças pequenas e busca fortalecer vínculos familiares, estimular o desenvolvimento infantil e facilitar o acesso a serviços e direitos.
Já o CREAS atende famílias e indivíduos que enfrentam situações de risco social ou violações de direitos, oferecendo orientação, acompanhamento e encaminhamentos para outros serviços públicos quando necessário.
A atuação conjunta permite identificar demandas durante as visitas e articular respostas com áreas como saúde, educação, assistência social e proteção de direitos.
Com a ação em Vila Velha, a Prefeitura busca ampliar a presença das políticas públicas nas comunidades mais distantes e fortalecer o acompanhamento das famílias, combinando atividades de convivência para as crianças com atendimento técnico e orientação dentro dos próprios territórios.
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