Na noite desta segunda-feira (1º), a cidade de Santana (AP) se reuniu na Praça do Fórum para celebrar o Dia do Evangélico com um grande encontro de fé, música e convívio comunitário. Organizado pela prefeitura municipal em parceria com o governo do estado e com o apoio da Associação Municipal de Ministros do Interior do Amapá (AMMIS), o evento reuniu centenas de pessoas em um momento de adoração, reflexão e comunhão. Segundo anunciou o prefeito Bala Rocha, a iniciativa celebra não apenas a fé, mas também a presença e o papel social das igrejas na vida da comunidade.
O Dia do Evangélico já integra o calendário oficial do município — e, de acordo com pastores presentes, é uma data de reconhecimento da contribuição evangélica na sociedade de Santana. No evento desta segunda-feira, houve louvores, orações e manifestações de gratidão à gestão municipal pelo apoio dado às comunidades religiosas. Essa celebração reflete uma tradição local reforçada ao longo dos anos.
Apesar de festejar com entusiasmo, líderes evangélicos destacaram que o evento vai além da espiritualidade: representa visibilidade social. Muitos evangélicos, até tempos recentes marginalizados, hoje ocupam espaços de protagonismo, seja nas igrejas, em organizações comunitárias ou em parceria com o poder público. A data se tornou um marco de inclusão, valorização e fortalecimento do sentimento de pertencimento.
Para o prefeito Bala Rocha, que voltou a ocupar o cargo em 2025 após reeleição com ampla vitória nas urnas, o apoio ao Dia do Evangélico reflete um compromisso de governo com a diversidade social e religiosa de Santana. Ele afirma que o evento demonstra respeito e gratidão a “um povo que tanto faz pelas pessoas que necessitam”.
Em edições anteriores, o município já promoveu — com apoio estatal e municipal — cultos, shows gospel, entrega de espaços públicos e até ações sociais com atendimentos gratuitos de saúde, beleza e lazer, reforçando a vertente assistencial e comunitária da celebração.
Para muitos, a iniciativa não é apenas uma festa religiosa, mas também um símbolo de identidade e coesão social. A comunidade evangélica de Santana sai fortalecida — unida na fé e vista com novos olhos pela sociedade.
