‘PASSAPORTE PARA A VITORIA’
Jogador Léo Moura estará presente no aulão dos núcleos de Calçoene e Oiapoque

Jogador Léo Moura estará nos municípios de Calçoene e de Oiapoque para acompanhar as aulas do projeto ‘Passaporte para Vitória’, realização do Instituto Leo Moura em parceria com as prefeituras de Calçoene e de Oiapoque. A iniciativa oferece aulas de futebol para 300 crianças e adolescentes de cada município que estarão no dia 12 em Calçoene e no dia 13/04 as 16:00 hs no Estádio Municipal Natizão, em Oiapoque.

Das 300 crianças inscritas no projeto em Oiapoque, 250 na sede do município e 50 em Vila Vitória. As atividades do projeto em Oiapoque, são desenvolvidas no Ginásio Raimundo Ataíde. Existe atendimento psicológico e parcerias com instituições públicas oiapoquenses para desenvolver atividades e palestras.
Os participantes do projeto “Passaporte para a Vitória”, de Oiapoque, receberam uniformes e materiais esportivos para o início das atividades do em Oiapoque em fevereiro de 2022. Com o apoio da prefeitura, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL), o projeto tem o objetivo socioeducativo para crianças e adolescentes, incluindo autistas nível leve, através do esporte.
coordenador Abrahão Costa
Nessa visita Léo Moura estará acompanhado da equipe do Instituto Léo Moura, composta pelo presidente do Instituo, Adolfo Costa, pelo diretor de Projetos, Cadu Veras e pelo Coordenador Regional, Abrahão Costa.
“Essa visita já estava agendada, devido ao criador do instituto ainda não ter visitada os municípios de Oiapoque, Calçoene e Vitória do Jari, quando da implantação do programa nesses núcleos. O que deverá ocorrer nesses momento. Estaremos, amanhã (12) em Calçoene e na quarta-feira (13) em Oiapoque, quando o jogador Léo Moura estará com os alunos e dando seu apoio”, definiu o coordenador Abrahão Costa.
do Instituto Léo Moura, Cadu Veras
Moradores dos municípios amapaense e responsáveis de alunos do projeto contam que a escolinha vem transformando a vida dos filhos: “Essa escolinha foi um presente para meu filho e a nossa família. Ele sempre sonhou em ser jogador, mas faltava oportunidade. Esse projeto, além de ensinar futebol, trabalha disciplina, educação e convivência. Em três meses já vejo meu filho mais alegre, disciplinado, disposto, se alimentando melhor e interagindo mais em família. Além disso, ele voltou a ter brilho nos olhos. No início da pandemia via ele tendo crises de choro e agora vejo um jovem feliz e motivado”, contou uma das mães.
