A Defesa Civil de Santana, por meio da Prefeitura Municipal, está intensificando as ações de orientação e alerta à população sobre os riscos de queimadas durante o período de estiagem. Com base em dados ambientais e monitoramento via satélite, Santana, juntamente com Mazagão, apresenta um cenário de risco elevado devido à seca prolongada, ventos fortes e à prática irregular de queimadas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
A estiagem tem contribuído para o aumento da vulnerabilidade das áreas de vegetação, tornando-as propensas à propagação rápida do fogo. Mesmo queimadas de pequena proporção podem se alastrar rapidamente, causando danos significativos ao meio ambiente e à saúde pública. A prática de queimar lixo, restos de poda ou mato seco é considerada crime ambiental, de acordo com a Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/98, podendo resultar em sanções penais, civis e administrativas.
A Defesa Civil de Santana reforça a importância de adotar medidas preventivas, como evitar a prática de queimadas, mesmo em pequena escala, e denunciar focos de incêndio ao Corpo de Bombeiros ou à própria Defesa Civil. Em caso de fumaça densa, é recomendado que as pessoas mantenham portas e janelas fechadas e se hidratem bem. Além disso, em áreas rurais, é essencial criar aceiros e evitar a realização de fogueiras.
Além das ações preventivas, a Defesa Civil tem atuado de forma rápida e eficaz no combate aos incêndios, com o apoio de carros-pipa e equipes especializadas para controlar focos em áreas como o bairro Anauerapucu e regiões adjacentes, evitando que o fogo se alastre para áreas residenciais e de vegetação densa.
A colaboração entre as Defesas Civis de Santana e Mazagão, com a assinatura de um termo de cooperação, tem sido fundamental para fortalecer as ações de prevenção e combate às queimadas. A parceria busca otimizar os recursos disponíveis e ampliar a eficácia das ações, garantindo a proteção do meio ambiente e a saúde da população local.
A Defesa Civil de Santana destaca a importância da conscientização e da participação ativa da comunidade na prevenção das queimadas. A adoção de práticas responsáveis e a colaboração com as autoridades são fundamentais para minimizar os riscos e proteger os recursos naturais da região.
