O senador Davi Alcolumbre divulgou encontro com o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para receber a agenda institucional do setor, documento que reúne propostas defendidas pelo comércio, pelos serviços e pelo turismo para os debates legislativos de 2026. Na publicação, Davi afirmou que o diálogo com quem movimenta a economia brasileira é essencial para que o Congresso avance em pautas capazes de impulsionar o desenvolvimento e produzir resultados concretos para a população.
A reunião ocorre em um momento em que as duas Casas legislativas tentam organizar uma agenda econômica combinada com temas de segurança jurídica, modernização do Estado e estímulo ao investimento. Segundo a CNC, a Agenda Institucional do Sistema Comércio 2026 foi construída de forma coletiva com as federações do setor e busca se consolidar como referência técnica para o Parlamento. Entre os eixos apontados pela confederação estão a simplificação tributária, a melhoria do ambiente de negócios, a inovação e a transformação digital, a sustentabilidade, o fortalecimento do turismo e a defesa do empreendedorismo e do emprego.
A presença de Hugo Motta no encontro também reforça o peso político da articulação. Desde fevereiro de 2025, o deputado preside a Câmara e, na abertura do ano legislativo de 2026, afirmou que a Casa deve manter o foco em votações de interesse nacional. Entre os temas citados por ele para debate neste ano estão segurança pública, inteligência artificial, relação de trabalho em plataformas digitais, incentivos a datacenters e o acordo entre Mercosul e União Europeia.
Já Davi Alcolumbre, que voltou à presidência do Senado e do Congresso Nacional em fevereiro de 2025, tem defendido a construção de consensos e a priorização de pautas estratégicas para o desenvolvimento econômico e a governabilidade. Nesse cenário, a entrega da agenda da CNC amplia a pressão institucional do setor terciário sobre o Legislativo e reforça a tentativa de aproximar as demandas empresariais das decisões políticas que podem influenciar emprego, renda e competitividade no país.

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