Mais profissionais para fortalecer a ciência a serviço da segurança pública. Nesta quinta-feira, 18, o governador Clécio Luís nomeou novos servidores da 2ª turma da Polícia Científica do Amapá (PCA). Ao todo, 17 profissionais, entre peritos criminais, peritos odontolegistas e técnicos periciais, passam a reforçar a instituição. A cerimônia ocorreu no Palácio Setentrião e integra a política de valorização do serviço público.
“Estamos recebendo mais uma turma de concursados para uma instituição altamente especializada e fundamental para a segurança pública. A Polícia Científica conta com profissionais muito preparados e com equipamentos cada vez mais modernos. Pouca gente conhece a dimensão desse trabalho, mas ele é decisivo para a Justiça, para a investigação dos crimes, para a produção de provas e para a promoção da paz no nosso estado”, afirmou Clécio Luís.
Na ocasião, o governador assinou as ordens de serviço para a construção de um Laboratório Forense em Macapá, em frente à sede da PCA no bairro São Lázaro, e de um Núcleo da Polícia Científica em Tartarugalzinho. As obras integram investimentos de cerca de R$ 20 milhões destinados à instituição nos últimos três anos, com recursos de emenda do senador Davi Alcolumbre e do Fundo Nacional de Segurança Pública.
A Polícia Científica também está entre as 32 carreiras reestruturadas pelo Governo do Amapá. A nomeação reforça a política de valorização do serviço público e de fortalecimento de áreas estratégicas, que já resultou na convocação de mais de 8 mil aprovados em concursos públicos desde o início da gestão.
Os números do próprio certame da PCA refletem esse avanço. Desde o concurso realizado em 2022, já foram convocados 57 candidatos. A primeira turma contou com a posse de 40 profissionais, enquanto a segunda reúne 17 novos servidores - seis peritos criminais, quatro peritos odontolegistas e sete técnicos periciais - que tomarão posse na segunda-feira, 22.
Para a diretora-geral da Polícia Científica do Amapá, Janaína Pereira, a chegada dos novos profissionais amplia a capacidade técnica da instituição na produção de provas periciais, investigação criminal e emissão de laudos, contribuindo para dar mais celeridade à Justiça e fortalecer o combate à impunidade.
"Estão preparados para atuar tanto em Macapá quanto em Santana. Sei da disposição de cada um para contribuir também nos demais municípios onde a Polícia Científica está presente, como Tartarugalzinho, Laranjal do Jari e Oiapoque. Vocês chegam para fortalecer uma instituição que trabalha diariamente em favor da sociedade amapaense", destacou Janaína.
A turma também se destaca por registrar a maior participação proporcional de mulheres da história da formação da Polícia Científica do Amapá. Dos 17 nomeados, 10 são mulheres.
Entre elas está a perita criminal Samanda Costa, de 33 anos, primeira colocada da turma. Natural de João Pessoa, na Paraíba, ela deixou para trás uma carreira já consolidada no serviço público para buscar o sonho de atuar na perícia criminal. Formada em Engenharia Ambiental e mestre em Recursos Hídricos e Saneamento, Samanda mudou-se para o Amapá ao lado do esposo para assumir o novo desafio profissional.

Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se