Um governo de igualdade no tratamento com os municípios é garantido por Clécio Luís
O governador eleito do Amapá, Clécio Luís (Solidariedade) participou de entrevistas em programas de rádio (CNB Macapá e Sistema Dário de Comunicação) entre outros meios de comunicação e redes sociais, onde apresentou sua caminhada em direção da concretização de seu governo e do processo de transição.
Há mesmo tempo o governador eleito Clécio Luís e o vice-governador eleito Teles Junior, participaram de uma reunião institucional na Fecomércio Amapá, ocasião em que recebeu um documento com sugestões e propostas do Setor Produtivo para o desenvolvimento do Amapá.
“Este é um momento importante de debate sobre o papel do estado estimulando o emprego, renda e a competitividade. Oferecer subsídios para o fortalecimento econômico do Amapá é uma prioridade estratégica do nosso governo. Agradeço o convite, as propostas da instituição e reafirmo os compromissos que fiz durante a campanha em trabalhar por um estado mais desenvolvido”, declarou Clécio Luís.
Durante essas ações políticas e administrativas, o novo governado amapaense vem conversando com os prefeitos amapaenses sem distinção e cumprido agendas nacionais, entre elas um encontro em São Paulo com Lula da Silva (PT), a quem firmou apoio à sucessão presidencial do país.

O governador eleito do Amapá, que vem de uma vasta experiência política, como ativista estudantil, partidário, vereador e da administração pública como Secretário de Educação do Estado, prefeito eleito em dois mandatos e agora para a Chefia do Poder Executivo amapaense, aproveitou para agradecer a todos pela VITORIA ao povo do Amapá.

“Aproveito para agradecer ao povo amapaense, pela expressiva votação, por temos vencido logo no primeiro turno e agora o trabalho continua, sem aquela tensão de uma disputa eleitoral marcada por muita agressividade, fake News, enfim... Agora é um novo momento e eu vou viver esse momento intensamente. Agora, posso governar efetivamente nosso Estado”, declarou Clécio Luis na entrevista da CBN Macapá.
Questionado pela entrevistadora se ele esperava a vitória no primeiro turno, visto que as pesquisas apresentavam esse cenário.

“Na eleição só sabemos do resultado, depois do último voto apurado. Tínhamos, sim essa perspectiva, pois tínhamos pesquisas internas, divulgadas pela CBN, pela Rede Amazônica também. Que davam a vitória em primeiro turno, estávamos muito confiantes, mas, também estávamos esperando o resultado oficial. E graças a Deus deu certo”.
A campanha de Clécio Luís foi marcada por uma grande coligação com 15 partidos. A entrevistadora assuntou o governador eleito sobre como ele conseguiu unir aqui no Amapá, o PT do ex-presidente Lula, o PL do presidente Bolsonaro, o PDT do Ciro Gomes e aliás o vice é do PDT. Essa união de legendas aconteceu aqui, somente no Estado. Ao que o senhor essa união de lados opostos, digamos assim?

“Então, o Amapá é diferente mesmo. Você imagina dois adversários políticos em São Paulo, dificilmente eles se unem. Isso é algo que temos de entender e saber lidar. Depois, quando sai da prefeitura em 1º de Janeiro de 2021. Sai pela porta da frente e me propus caminhar nesse novo proposito. E fui criando pontos de convergência diferentes {`...}”.
O governador eleito Clécio Luis, afirma que agora é hora de um novo chamado, independente de quem perdeu ou ganhou. ”Construir consenso em torno do Amapá”.
Com referência ao apoio da Bancada Federal, dos eleitos e dos reeleitos, muitos apoiaram a candidatura de Clécio Luís, destacando-se o senador reeleito Davi Alcolumbre, que desde sempre abraçou a candidatura do ex-prefeito de Macapá. Isso Ajuda trazer mais recursos para o Amapá, através de emenda parlamentar?
“Sim é importante. Quando fui eleito a primeira vez Prefeito de Macapá, eu não tinha apoio de nenhum deputado e de somente um senador. O que que eu fiz? Fui atrás, porque eu sabia que para governar precisava desses apoios. Agora vou procurar os 11 parlamentares da Bancada Federal, os oito deputados e os três senadores: Davi Alcolumbre, Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto. Porque o Estado precisa não somente dos recursos, que são fundamentais. Mas, além dos recursos temos muitas questões que não são financeiras como destravamento de empenhos e outras atividades inerentes ao nosso Estado”.

Na entrevista ao Sistema Diário de Comunicação, garantiu que fará um governo sem retaliações e em busca de consensos para o desenvolvimento do estado no agronegócio, agricultura familiar, educação, saúde, segurança, cultura, turismo e outros setores.
Clécio Luis, durante a entrevista garantiu que ligou para o prefeito da capital, Dr. Antônio Furlan, colocando-se à inteira disposição, e que antes fizera o mesmo com todos os outros 15 gestores municipais. Clécio abordou o fato de ter perdido a eleição somente em Serra do Navio e Laranjal do Jari, mas garantiu que isso não representa nada em torno do apoio igualitário que dará a todas as unidades amapaenses.
PALANQUE DESMONTADO

O governador eleito, também na entrevista ao Sistema Diário de Comunicação, disse que vai mostrar como se desarma um palanque de campanha. “Vamos assumir dia primeiro de janeiro, e no dia seguinte já montaremos gabinete de trabalho no Hospital de Emergência e Hospital de Santana”, garantiu, lembrando que isso foi uma das principais promessas de campanha que ele fez.
“Que fique claro que não vou morar nos hospitais, mas ter a presença do governador nesses locais para junto com todos dali resolvermos a situação que se apresentar”, esclareceu o futuro gestor estadual em recado a opositores que propalam a inverídica promessa de que ele, se ganhasse a eleição, passaria a morar nos estabelecimentos de saúde. Depois dos gabinetes no HE e em Santana Clécio terá a mesma estrutura em outros hospitais públicos do estado.
O governador informou ainda que a construção do novo Hospital de Emergência está em processo de licitação para execução pelo próprio governo do estado. O futuro HE terá o triplo da capacidade de atendimento do atual Hospital de Emergência. “O dinheiro está na conta, 120 milhões de emendas do senador Davi; terreno já temos. Falta agora só concluir a licitação para as obras terem início”, descreveu o futuro gestor, antecipando que a construção será iniciada com previsão de dois anos para conclusão.
O gestor eleito apresentou na entrevista um extrato pessoal de sua conta no Banco do Brasil e declaração da gerência geral da instituição financeira no Amapá informando que não consta nenhum depósito de R$ 600 mil em nome de Clécio Luís Vilhena Vieira, o nome completo do ex-prefeito da capital. Ele fez questão de mostrar o extrato e a declaração porque durante a campanha foi acusado por opositores de ter favorecido os empresários de ônibus de Macapá em troca de três cheques, cada um com o valor de R$ 600 mil

Clécio prometeu que vai acionar judicialmente todos os que o acusaram de forma intencional de favorecimento aos donos de ônibus de Macapá. “Farei isso porque a verdade tem que prevalecer. Claro que muita gente foi enganada, e me acusou, mas aqueles que intencionalmente fizeram isso vão responder na Justiça”, ameaçou o governador eleito.
