A Prefeitura de Santana divulgou um alerta direcionado a pais e responsáveis após a circulação, nas redes sociais, de vídeos e mensagens relatando supostas tentativas de sequestro de crianças e comportamentos considerados suspeitos no município.
A orientação é para que as famílias redobrem a atenção, principalmente em locais de grande circulação, trajetos escolares e espaços públicos, e acionem imediatamente os órgãos de segurança e proteção diante de qualquer situação concreta que possa representar risco para crianças ou adolescentes.
Até o momento, a publicação municipal trata os casos divulgados nas redes sociais como relatos e supostas ocorrências, sem confirmar de forma geral o conteúdo dos vídeos e mensagens compartilhados. A recomendação, portanto, é evitar a propagação de informações não verificadas e encaminhar eventuais situações suspeitas diretamente às autoridades competentes.
Em casos de emergência ou risco imediato, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190. Em Santana, também está disponível a Delegacia da Infância e Juventude, localizada na Área Portuária, ao lado da Escola Afonso Arinos.
Outro ponto de apoio é o Conselho Tutelar de Santana, situado na Rua Euclides Rodrigues, nº 1397, no bairro Nova Brasília. O órgão pode ser contatado pelo número (96) 99169-3597 e atua na proteção e garantia dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
A rede de proteção do município também envolve instituições como Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, CRAS, CREAS e assistência social. Em setembro deste ano, representantes desses órgãos participaram de uma formação conjunta voltada ao atendimento de crianças e adolescentes ameaçados de morte, reforçando a integração entre os serviços.
A Prefeitura orienta ainda que pais e responsáveis mantenham diálogo constante com as crianças, estabeleçam pessoas autorizadas para buscá-las e ensinem, de forma adequada à idade, como procurar ajuda diante de abordagens suspeitas.
A mensagem principal é de prevenção e responsabilidade: situações concretas devem ser comunicadas imediatamente aos órgãos oficiais, evitando tanto a exposição desnecessária das crianças quanto a disseminação de boatos que possam gerar medo na população.
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