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Segunda-feira, 14 de Setembro 2026
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Prevenção ao suicídio é debatida pelo Judiciário, Ministério Público e Unifap

A iniciativa capacita estudantes, profissionais e integrantes da rede de atenção psicossocial com foco na conscientização

Prevenção ao suicídio é debatida pelo Judiciário, Ministério Público e Unifap
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A coordenadora da Cevid/TJAP, desembargadora Alaíde de Paula, compôs a mesa de honra da solenidade de abertura e afirmou que “é fundamental dar visibilidade às ações do Setembro Amarelo com foco na saúde mental das mulheres”. 

A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid) do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) participou, na noite de quinta-feira (10), da abertura do IX Simpósio sobre Prevenção ao Suicídio da Microrrede de Atenção à Crise Suicida. Realizada pelo Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), em cooperação com a Universidade Federal do Amapá (Unifap), a edição deste ano aborda o tema “Qualidade de vida, saúde mental e comportamento suicida das populações vulneráveis”. 

A iniciativa capacita estudantes, profissionais e integrantes da rede de atenção psicossocial com foco na conscientização, na qualidade de vida e nos fatores de vulnerabilidade populacional. A solenidade reuniu autoridades do sistema de justiça e da educação.

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A coordenadora da Cevid/TJAP, desembargadora Alaíde de Paula, compôs a mesa de honra da solenidade de abertura e afirmou que “é fundamental dar visibilidade às ações do Setembro Amarelo com foco na saúde mental das mulheres”. 

“Falar sobre saúde mental é também falar sobre acolhimento, respeito, solidariedade e responsabilidade coletiva. Nenhuma instituição consegue enfrentar sozinha os desafios relacionados ao sofrimento psíquico. Por isso, a união entre o Ministério Público, a Universidade, o Poder Judiciário e toda a rede de atenção é fundamental”, pontuou a desembargadora. 

O procurador-geral de justiça do MP-AP, Alexandre Monteiro, lembrou a gravidade do tema. “Nós do Ministério Público brasileiro perdemos dois colegas para o suicídio, infelizmente é um problema que assola a todos nós. E a classe acadêmica deve estar preparada com informações, conhecimento para enfrentar essa temática no Amapá, que apresenta índices que não são confortáveis”, declarou o procurador-geral de justiça.

O evento teve encerramento na sexta (11), a partir das 18h, no Anfiteatro da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá. Mais informações sobre a programação.

 

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