O prefeito de Porto Grande, Elielson Moraes, informou que a gestão municipal está acompanhando de perto o aumento do nível do rio que corta o município e já realiza visitas às comunidades ribeirinhas para verificar as condições das famílias que vivem em áreas mais vulneráveis. A declaração foi feita em publicação recente, na qual o gestor destacou a importância do contato direto com a população.
Segundo o prefeito, a prioridade neste momento é garantir a segurança dos moradores e manter o diálogo constante com as comunidades. “Estamos atentos, ouvindo a população e prontos para agir sempre que necessário”, afirmou. A mobilização inclui acompanhamento contínuo da situação e ações preventivas para minimizar possíveis impactos.
Porto Grande, localizado no interior do Amapá, é banhado pelo rio Araguari, um dos principais cursos d’água do estado, com cerca de 617 quilômetros de extensão e grande relevância para as comunidades locais . Em períodos de chuvas intensas, o aumento do nível do rio pode afetar diretamente áreas ribeirinhas, exigindo monitoramento constante por parte do poder público.
Situações semelhantes já foram registradas na região, quando o avanço das águas obrigou famílias a deixarem suas casas e buscar abrigo em áreas urbanas ou na casa de parentes, evidenciando a vulnerabilidade dessas populações . De acordo com órgãos de monitoramento, eventos de cheia podem atingir níveis críticos e impactar comunidades, especialmente durante períodos de maior volume de chuvas .
Diante desse cenário, a atuação preventiva da prefeitura é considerada essencial para evitar danos maiores. A estratégia inclui visitas técnicas, escuta ativa da população e preparação de possíveis medidas emergenciais, como remoção de famílias em áreas de risco e oferta de suporte social.
A gestão municipal reforça que segue em estado de atenção e orienta os moradores a comunicarem qualquer situação de risco. A iniciativa busca garantir uma resposta rápida diante de possíveis agravamentos, além de preservar vidas e reduzir prejuízos materiais nas comunidades afetadas.

Comentários: