
A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Homicídios, pede a ajuda da população com informações sobre o paradeiro de Bruno Silva Ferreira, de 25 anos de idade, vulgo "Bruninho" ou "Poupex", indiciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, por promover ou constituir organização criminosa e por ocultação de cadáver. Na última quinta-feira, a equipe da Delegacia de Homicídios prendeu um dos indivíduos, de 27 anos de idade, que participou do crime, foi indiciado e estava com mandado de prisão em aberto.
De acordo com o delegado Mauro Ramos, o acusado participou de um homicídio, ocorrido em julho de 2023, à margem de um traço de um rio conhecido como "Gruta", no bairro Zerão.
Além do Bruno, outros três indivíduos foram identificados como autores do crime, sendo, um deles, o que atraiu a vítima para o local do crime, preso em flagrante; o outro, o mandante do crime, foi a óbito durante confronto com a Polícia Militar; e, o quarto indivíduo envolvido, foi preso no último dia 25, através do cumprimento de mandado de prisão preventiva.
A vítima, um homem de 23 anos de idade, foi atraída para o local do crime. Em seguida, foi espancada e teve o pescoço e o tórax perfurado com golpes de faca. O corpo da vítima foi envolvido por uma lona preta e amarrado com cordas.
“O inquérito policial foi concluído com o indiciamento dos envolvidos pela prática dos crimes de homicídio qualificado, por promover ou constituir organização criminosa e por ocultação de cadáver. Além disso, representamos pelas prisões preventivas do Bruno e do indivíduo que foi preso na última quinta-feira, bem como pela busca e apreensão domiciliar. Agora, pedimos ajuda da população com informações sobre o paradeiro de Bruno, o qual foi responsável pelos golpes deferidos na vítima com a arma branca", explicou o delegado.
O delegado informou ainda, que a motivação do crime foi briga entre grupo criminosos rivais.
As informações podem ser repassadas através do disque-denúncia da Delegacia de Homicídios: (96) 99170-4302. A Polícia Civil garante total sigilo dos denunciantes.

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