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Quarta-feira, 29 de Abril 2026

Notícias/Ministério Público do Amapá

PGJ do MP-AP participa de diálogo virtual com procuradoras-gerais de Justiça do Brasil em comemoração ao Dia da Mulher

Todas as mulheres que ocupam cargo de procuradoras-gerais dos MPs do Brasil (MPAP, MPAC, MPBA, MPDFT, MPES, MPPI e MPRR)

PGJ do MP-AP participa de diálogo virtual com procuradoras-gerais de Justiça do Brasil em comemoração ao Dia da Mulher
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PGJ do MP-AP participa de diálogo virtual com procuradoras-gerais de Justiça do Brasil em comemoração ao Dia da Mulher
 
 
A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MPAP), Ivana Cei, participou na noite de quarta-feira (10), pela plataforma Zoom, da live “Diálogos com as Procuradoras-Gerais do Ministério Público Brasileiro: Desafios, Representatividade e Promoção de Igualdade”. O evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher foi organizado pelo Movimento Nacional de Mulheres do Ministério Público, Movimento do Ministério Público de Mulheres de Santa Catarina, Movimento de Mulheres do Ministério Público de Minas Gerais e do Movimento de Mulheres do Ministério Público da Paraíba.
 


 
Todas as mulheres que ocupam cargo de procuradoras-gerais dos MPs do Brasil (MPAP, MPAC, MPBA, MPDFT, MPES, MPPI e MPRR) participaram dos debates mediados pelas promotoras de Justiça Lívia Vaz (BA), Caroline Maresch (SC), Rosa Cristina (PB) e Sílvia Canela, coordenadora do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas do MP-AP.
 
Lívia Vaz fez a abertura contextualizando a data e falando sobre os movimentos de mulheres do Ministério Público. Várias questões relacionadas ao universo feminino foram levantadas pelas mediadoras e debatidas com as convidadas, como machismo estrutural, violência contra a mulher, assédio sexual e moral contra a dignidade e espaços de poder, tanto na visão interna do Ministério Público, quanto na inserção e empoderamento da mulher na sociedade.
 

 
 
O primeiro bloco contou com a participação das procuradoras-gerais de Justiça: Kátia Rodrigues (Acre), Ivana Cei (Amapá), Norma Cavalcanti (Bahia) e Fabiana Costa (Distrito Federal e Territórios). No segundo bloco, as entrevistadas foram as procuradoras-gerais: Luciana Ferreira (Espírito Santo), Carmelina Maria Moura (Piauí) e Janaína Carneiro Costa (Roraima).
 
A PGJ do Amapá falou do empoderamento das mulheres no MP-AP, onde ocupam 73% dos cargos de chefia, por mérito, e respondeu ao questionamento relacionado à ancestralidade dos povos indígenas do Brasil, e mais especificamente do Amapá, fazendo uma contextualização sobre a mulher indígena na representatividade das instituições.
 
Destacou que o empoderamento da mulher indígena no Amapá, se deu principalmente a partir das assembleias nacionais que se discutiam os principais problemas enfrentados pelos povos indígenas no Brasil, resultando desses debates, a constituição de 1988. Na região do Oiapoque, os indígenas iniciaram o movimento, primeiramente pela demarcação das terras, surgindo a Associação dos Povos Indígenas do Oiapoque (APIO), e posteriormente, o Movimento das Mulheres do Oiapoque e a AMIM (Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão), com objetivo de promover o respeito e a valorização das mulheres indígenas, participação das mulheres nas reuniões e assembleias promovidas pelo movimento indígena.
No encerramento, Sílvia Canela convidou as participantes para que fizessem juntas uma reflexão relacionando ancestralidade, justiça restaurativa e a força da mulher.
 
Nas considerações finais, a procuradora-geral de Justiça do MP-AP parabenizou as organizadoras pela iniciativa e oportunidade de discutir várias situações que atingem as mulheres no seu dia a dia e que servem para o fortalecimento na luta pela igualdade de oportunidades e respeito.
 
“O Empoderamento é o reconhecimento e autoconhecimento de nosso reflexo, da conscientização que somos iguais, temos direitos à sonhos, escolhas, somos capazes intelectualmente, responsáveis, corajosas e inovadoras, sem esquecer nossa ancestralidade de conexão com os nossos sentidos, a intuição, emoção, chave para abrir nossos canais de criação que é nossa principal característica”, pontuou Ivana Cei.
 
E, finalizou se despedindo com o pensamento de Ângela Davis: “Eu não estou mais aceitando as coisas que não posso mudar. Eu estou mudando as coisas que não posso aceitar”.
Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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