Um lindo presente para o Dia das Mães
“O AVESSO DO VERSO, POEMAS DE MIM”, uma produção literária de Pat Andrade

Em dezembro/2021 foi lançado o livro “O avesso do verso, poemas de mim” em uma livraria de Macapá. A publicação, de autoria da escritora Pat Andrade, reúne poemas diversos, que falam de amor, arte, sociedade e cotidiano. E aproveitamos para recomendar a aquisição desse livro e prestigiar nossa escritora amapaense. Um lindo presente para o Dia das Mães.
O livro traz poemas cuidadosamente selecionados para contemplar o subtítulo “poemas de mim”. Calmarias e tempestades permeiam suas páginas. Amores e desencantos se apresentam de maneira intimista. Alegrias, tristezas e resiliência se desenham entre os versos. É fácil identificar-se com a poesia nele contida.

A poeta arriscou-se um pouco mais e ilustrou alguns de seus poemas, colocando no traço a mesma delicadeza de sua pena.
O escritor, cartunista e publicitário Ronaldo Rodrigues fez o prefácio. A OCA Produções é a agência responsável pelo projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc. O avesso do verso vem pra festejar e brindar a vida da escritora na poesia.

Sobre a autora
Pat Andrade é uma escritora, artista plástica e produtora cultural da Amazônia, que vive em Macapá, no Meio do Mundo.

Há pelo menos 14 anos, divulga seus poemas em livrinhos que ela mesma produz. São mais de 30 publicações – das quais seis são virtuais, produzidas em tempos de maior reclusão na pandemia. Também tem poemas publicados em várias coletâneas e em revistas digitais.
Colaboradora assídua do Site De Rocha! e membro do coletivo Urucum, Pat se considera uma militante da Literatura: quando possível, visita escolas, universidades e participa de eventos literários e culturais, os mais diversos. A poesia é sua arma, escudo, refúgio, conforto e sustento.
MUITAS EM MIM
minha linha
do horizonte
me divide,
me recorta,
me retalha.
não em duas,
mas em várias…
além dela,
sou menina,
sou mulher;
sou Anna
Karenina,
sou a Virgem
de Nazaré.
Sou Matinta,
sou Iara;
sou floresta
e sou mata.
sou Maria Bonita
e Madre Teresa;
sou tempestade
e correnteza.
Pat Andrade