Mesmo sob acusações surreais, Davi vê os recursos alocados por suas emendas, sendo aplicadas nos municípios amapaenses

“É fácil falar mal de políticos. É até lugar comum. Difícil é ver surgir um líder talentoso, de repente, com atributos variados e dissonantes, que vão desde a ousadia e a impetuosidade acima do comum e, simultaneamente, equilíbrio e habilidade na medida certa. Políticos assim são muito raros”, Mario Rosa*
O senador Davi Alcolumbre vem recebendo da mídia nacional enxurradas de acusações sobre sua honestidade e improbidade administrativa em seu Gabinete, como rachadinhas. A mais surreal das acusações contra o senador amapaense é de que quando foi presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, destinou mais de R$ 400 milhões do Estado do Amapá. Tornando “o pequeno estado” (grifo é nosso) foi o mais beneficiado durante o mandato de Davi como presidente do Senado.
“O estado do senador foi a unidade da federação com maior repasse proporcional das verbas oriundas das emendas de relator, um sistema criado pelo Congresso...” O Globo.
E pergunta-se é crime destinar recursos através de Emendas Parlamentares Individuais e/ou Coletivas ao seu Estado? É crime o parlamentar eleito procurar os órgãos federais e realizar tratativas para que fosse destinado recursos, insumos e equipamentos para salvar vidas de amapaenses em plena pandemia?
Porque somente após a saída da presidência o senador amapaense recebe essa enxurrada de acusações de mídia nacionais? Por ser representante de um pequeno estado nortista, pobre e com população pequena (leia-se eleitores) que teve, no Senador Davi, a coragem de enfrentar a oligarquia política brasileira?

Mário Rosa, 54 anos, é um dos mais renomados consultores de crise do Brasil, escreveu em 2019 sobre a eleição de Davi Alcolumbre para a presidência do Senado Federal.
...O senador amapaense Davi Alcolumbre (DEM) tinha tudo para dar errado. De repente, na sucessão do vetusto Senado da República, o jovem senador de cabelos pretos, investiu-se “presidente interino” da instituição e, por longas dezenas de horas, apareceu para o país como um personagem que se aventurou a estragar a festa do veterano e até então 4 vezes presidente da Casa, Renan Calheiros. Pois Alcolumbre foi duro e truculento de uma forma implacável, mas foi capaz de demonstrar aptidão, serenidade e preparo para ocupar aquela cadeira, naquele imprevisível estágio probatório ao vivo e em rede nacional. Acabou sendo eleito presidente do Senado e do Congresso e, aí é que está, subiu no touro doido do rodeio e foi então que mostrou que era um peão difícil de derrubar. Conduziu e conduz o Senado como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo. Sem crises, sem dramas, sem colapsos.
A imprensa acusatória, deveria vir ao Estado do Amapá e inspecionar, fiscalizar e deduzir onde os tão afamados milhões estão sendo aplicados. O senador Davi Alcolumbre, destinou recursos e atuou junto aos órgãos federais, para que os atendimentos e estruturação de Centrais de Atendimento da Covid na capital e nos principais municípios; atuou junto ao setor publico e privado para a instalação de fabricas de oxigênios nos municípios de Macapá, Laranjal do Jari e Oiapoque; conseguiu junto ao Ministério da Defesa e da Aeronáutica o transporte aérea desses equipamentos; destinou recursos para aquisição des cestas básicas, kit alimentação e merenda escolar; construção de pontes de concreto, pavimentação asfáltica e bloquetes em diversos municípios, principalmente de ramais facilitando o escoamentos das produções agrícolas.

Para o Plano de Mobilidade do Estado do Amapá alocou recursos através de emendas parlamentar; Em Santana vem investindo ativamente na pavimentação e na execução do Plano Verão e da Orla de Santana. Davi consegue liberação de R$ 40 milhões para o Hospital Universitário do Amapá que logo em seguida se transformar no maior Centro de Tratamento de Covid no Amapá, salvando centenas de amapaenses. R$ 1 Bilhão foi destinados para salvar a Amazônia, com articulação de Davi no STF, para ações de prevenção, fiscalização e combate ao desmatamento, incêndios florestais e ilícitos ambientais nos nove estados da Amazônia Legal.
E uma das obras a serem concluídas é da ‘Linha E’ vira acesso alternativo à Zona Norte de Macapá e facilitará o escoamento agrícola da região

No último sábado (18), o senador Davi Alcolumbre, o governador Waldez Góes, deputado federal Pedro Dalua, deputado estadual Jesus Pontes e o vereador Odilson Nunes estiveram em visita técnica à obra da Linha E, que tem início no quilômetro 9 e vai até o conjunto Buritis no bairro Infraero 1, em Macapá.
A obra cresce em importância porque, além de ser um acesso alternativo para a zona norte, vai facilitar o escoamento da produção dos agricultores familiares que produzem na região.

São quase 5 quilômetros de extensão que já estão completamente pavimentados, faltando apenas a etapa de calçamento, sinalização e drenagem de um trecho. Um investimento de quase R$ 6 milhões. A obra é executada pelo Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), com recursos articulados pelo senador Davi.
"É um eixo de integração de mobilidade urbana em Macapá. A obra da Linha E é um vetor do desenvolvimento. A gente sabe que estrada, energia, essa infraestrutura mobilizada, serve pra cadeia de desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, melhor qualidade de vida.”disse Davi.
O governador Waldez ressaltou a importância da parceria com o senador para o desenvolvimento do estado.

"Realmente, o Amapá, como um todo, deve muito ao trabalho e à dedicação do senador Davi Alcolumbre, que tem articulado inúmeros recursos para todos os setores: infraestrutura, saúde, educação, esporte. Estamos colhendo os frutos dessa parceria com o estado.” assegurou Waldez.
Publicado no PODER 360
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