08 DE MARÇO
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES

A equipe do Jornal dos Municípios do Amapá, parabeniza todas as mulheres e luta cada dia por todas elas tenham seu lugar garantido no seio da sociedade, da qual são as mães, pois a metade da humanidade é feito de mulheres e a outra metade foi gerada por elas.
Poucos sabem da história mas o dia de hoje é mais que flores, é tempo de luta. Entre 1911 e 1914, o Dia Internacional das Mulheres foi comemorado em datas diferentes do mês março. Apenas em 8 de março de 1917, com a deflagração da greve das tecelãs de São Petersburgo que impulsionou a Revolução Russa, esta data foi consagrada como o Dia Internacional das Mulheres. No entanto, organizações internacionais – como a ONU e a UNESCO – demoraram mais de 50 anos para reconhecer a data, e só o fizeram por pressão e insistência dos movimentos feministas.
Mas, em pleno Século XXI as mulheres continuam sofrendo com as violências domesticas, sociais e o pior, muitos homens as querem somente como objetos sexuais e das maneiras mais sordidas que se posa imaginar.
As denúncias conseguiram ter voz, mesmo que ainda seja um murmúrio. Os gritos vem dos racistas, preconceituosos, machistas, como o que se diz deputado estadual Arthur do Val e em áudio indecoroso e repugnantes, onde fala que a mulher ucraniana "é fácil porque é pobre" ou seja, para ele a visão que tem da mulher pobre é de ser fácil para homens indignos como ele. Sem se lembrar que foi gerado por uma mulher. Que com certeza não o criou para ser humilhada tanto assim.
A violência contra as mulheres aumentou durante o período da pandemia e temos leis e propostas de leis em defesa da mulher, mas não é somente aprovar essas leis e dar condições de ela serem executadas e ter suas finalidades concretizadas.
Na grande maioria dos casos, a mulher é a principal vítima. Na sua forma mais típica, a violência conjugal é uma expressão do desejo de uma pessoa controlar e dominar a outra (repare que muitos homicídios acontecem justamente quando a mulher tenta se separar: esse é o momento em que o agressor percebe que perdeu! Já não consegue mais dominar e controlar sua parceira).
QUALQUER MULHER PODE SER VÍTIMA DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. NÃO IMPORTA SE ELA É RICA, POBRE, BRANCA OU NEGRA; SE VIVE NO CAMPO OU NA CIDADE, SE É MODERNA OU ANTIQUADA; CATÓLICA, EVANGÉLICA, ATÉIA OU UMBANDISTA. A ÚNICA DIFERENÇA É QUE AS MULHERES MAIS RICAS CONSEGUEM ESCONDER MELHOR SUA SITUAÇÃO E TÊM MAIS RECURSOS PARA TENTAR ESCAPAR DA VIOLÊNCIA.
