Zeneide Costa esteve nos últimos dias em comunidades ribeirinhas de Mazagão, onde conversou com moradores, ouviu demandas e reforçou o compromisso com a população do interior. Em sua manifestação, a parlamentar destacou a importância do contato direto com as famílias e afirmou que segue trabalhando com foco em quem mais precisa.
As visitas ocorreram em localidades marcadas por modos de vida tradicionais e por forte ligação com o rio, a pesca e a agricultura familiar. Estudos sobre a região mostram que comunidades como a Foz do Rio Mazagão preservam práticas transmitidas entre gerações, com atividades como pesca artesanal, manejo de roças e outras formas de subsistência adaptadas ao ambiente amazônico.
Mazagão concentra diversas comunidades ribeirinhas e rurais, muitas delas com acesso restrito, em alguns casos apenas por via fluvial. Pesquisas sobre o território apontam que essa realidade exige políticas públicas permanentes nas áreas de saúde, educação, mobilidade e assistência social, já que o deslocamento até a sede do município pode ser longo e difícil.
Nos últimos anos, o Amapá tem buscado ampliar a presença do Estado nessas regiões com ações itinerantes e serviços públicos voltados às populações tradicionais. Entre as iniciativas mais recentes estão projetos de atendimento fluvial, como o Super Fácil das Águas, que leva documentação, assistência social e orientações a moradores de comunidades isoladas de Mazagão. Também houve avanços em iniciativas de infraestrutura, como a chegada da energia solar a áreas ribeirinhas do município, beneficiando famílias que antes conviviam com acesso limitado à eletricidade.
Nesse contexto, a agenda de Zeneide Costa ganha relevância por dialogar diretamente com uma população que frequentemente depende de visitas presenciais de autoridades para apresentar reivindicações e acompanhar promessas. Ao reforçar a escuta nas comunidades, a deputada procura manter vínculo com a base social do interior e ampliar a visibilidade das necessidades de Mazagão no debate estadual.
A presença em comunidades ribeirinhas também evidencia a centralidade desses territórios para a identidade amazônica. Além de sustentarem economias locais baseadas na pesca, na mandioca, no açaí e em outras atividades tradicionais, essas populações preservam modos de vida que dependem da proteção ambiental e de políticas públicas contínuas.
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se