A Prefeitura de Cutias, por meio da Vigilância Ambiental e da equipe de agentes de endemias, realizou no dia 13 de novembro de 2025 uma ação significativa de educação em saúde na comunidade rural de Alta Floresta. A iniciativa integrou a Semana Nacional de Combate às Arboviroses, focada no enfrentamento à dengue, zika, chikungunya e febre amarela — doenças tropicais que seguem sendo graves fatores de risco para a saúde pública nas regiões Norte e Amazônica do país.
Durante o evento, foram realizadas panfletagens nas casas da comunidade, distribuição de cartazes com orientações de prevenção, palestras educativas com participação dos moradores e atividades lúdicas junto a crianças e jovens para sensibilização sobre cuidados que evitam proliferação de mosquitos e contágio. O objetivo foi fortalecer o vínculo entre os residentes, os agentes de endemias e a Vigilância Ambiental, promovendo uma cultura de prevenção ativa, identificação de criadouros e eliminação de focos de mosquito Aedes aegypti.
A atuação em comunidades rurais como Alta Floresta é especialmente relevante, pois muitas vezes o alcance de campanhas de saúde é mais limitado fora dos centros urbanos. A presença dos agentes e o engajamento das famílias reforçam que a responsabilidade sobre a saúde é compartilhada — governo, instituições e comunidade unidos. Além disso, as ações lúdicas ajudam a transformar informação em prática: a conscientização precoce das futuras gerações representa um investimento direto na sustentabilidade das medidas sanitárias.
A Semana Nacional de Combate às Arboviroses, promovida pelo Ministério da Saúde e parceiros, estabelece um momento fundamental para vincular políticas públicas de vigilância epidemiológica com educação em saúde e mobilização comunitária. Em áreas como a de Cutias, com extensão territorial ampla e presença de áreas de difícil acesso, essas campanhas ganham ainda mais importância para garantir que nenhum ponto de risco fique sem atenção.
Com essa iniciativa, a Prefeitura de Cutias reafirma o compromisso de atuar não apenas em resposta a surtos ou notificações, mas de forma preventiva e permanente, fortalecendo a saúde pública com base na participação comunitária, coerência territorial e ações de campo. A esperança é que, por meio da conscientização contínua, seja possível reduzir os casos dessas arboviroses, aliviar pressões sobre o sistema de saúde e proteger de forma mais eficaz as famílias que vivem nas regiões mais remotas do município.
