Porto Grande começou a contagem regressiva para o Festival do Abacaxi 2025. O prefeito Elielson Moraes confirmou a presença de Pablo, o “rei da sofrência”, como uma das atrações musicais da programação, reforçando o apelo popular do evento que celebra a principal vocação econômica do município. Conhecida por liderar a produção de abacaxi no Amapá, a cidade transforma a festa em vitrine para agricultores familiares, empreendedores e artistas locais, movendo a cadeia do campo ao palco.
Tradicionalmente realizado no fim de setembro, o festival reúne shows, feira gastronômica, exposição de produtos, escolha da rainha e competições temáticas. Em edições recentes, o encontro atraiu milhares de visitantes ao balneário da área central, movimentando bares, hotéis, vendedores ambulantes e serviços de transporte. A chegada de um nome de projeção nacional como Pablo tende a ampliar o alcance regional da festa, elevando a ocupação e injetando recursos no comércio local.
A Prefeitura prepara uma logística que envolve ordenamento do espaço, segurança, limpeza urbana e ações de saúde, além de suporte ao trânsito e aos ambulantes. O objetivo é garantir circulação fluida do público, condições sanitárias adequadas e uma experiência segura para moradores e turistas. A Secretaria de Cultura e Turismo articula com produtores e associações para ampliar a oferta de pratos e derivados da fruta, estimulando inovação culinária e agregação de valor ao abacaxi cultivado na região.
No campo, a vitrine do festival costuma abrir portas: contratos com mercados e restaurantes, parcerias com redes de varejo e aproximação com programas de compras públicas. Para os jovens, as apresentações culturais e oficinas funcionam como porta de entrada para formação artística e geração de renda criativa. Já os pequenos negócios se beneficiam de capacitações em formalização, rotulagem e boas práticas, requisitos cada vez mais importantes para competir e fidelizar clientes.
Com Pablo confirmado e a engrenagem pública mobilizada, a edição 2025 se desenha como uma celebração da identidade de Porto Grande e do lugar estratégico que o abacaxi ocupa na economia local. A promessa é de música para cantar junto, mas também de oportunidades concretas para quem planta, transforma e vende. Entre o campo e o palco, o festival renova laços, projeta a cidade e confirma que tradição e desenvolvimento podem caminhar na mesma batida.