O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) realizou, na sexta-feira (11), uma oficina alusiva ao Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção do suicídio e de valorização da vida. Com o tema “Falar é um ato de coragem, escutar é um ato de coragem”, a atividade proporcionou um espaço de acolhimento, diálogo e reflexão entre os participantes.
A programação foi conduzida pela equipe técnica do CRAS e teve como proposta estimular a expressão dos sentimentos, fortalecer os vínculos sociais e familiares e destacar a importância da escuta atenta. Durante a oficina, os participantes foram incentivados a reconhecer o valor de falar sobre emoções e também de oferecer apoio a quem atravessa momentos difíceis.
Após esse primeiro momento, o grupo participou da dinâmica “Quem é essa pessoa incrível?”, voltada à valorização individual e ao fortalecimento da autoestima. A atividade criou um ambiente mais leve e de reconhecimento das qualidades pessoais, promovendo interação entre os participantes e reforçando sentimentos de pertencimento e cuidado.
A iniciativa está alinhada ao trabalho desenvolvido pelos Centros de Referência de Assistência Social, que integram a Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Entre as atribuições do CRAS estão o fortalecimento da convivência familiar e comunitária, a prevenção de situações de vulnerabilidade e a criação de espaços coletivos de escuta e troca de experiências.
O Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), ofertado nas unidades do CRAS, também prevê ações voltadas ao fortalecimento de vínculos e ao desenvolvimento das potencialidades das famílias e comunidades.
Em 2026, a campanha do Centro de Valorização da Vida (CVV) para o Setembro Amarelo adotou o tema “Escutar é estar presente”, ressaltando que a disponibilidade para ouvir de forma acolhedora pode representar um importante apoio para pessoas que enfrentam sofrimento emocional.
Com a oficina, o CRAS reforçou a mensagem de que pequenos gestos de atenção, respeito, diálogo e empatia podem contribuir para o bem-estar e para a construção de relações mais acolhedoras dentro das famílias e da comunidade.
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