Em agosto, IBGE prevê maior safra de feijão dos últimos 15 anos no Amapá


Em agosto, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2021 deve totalizar 23,7 mil toneladas, recuando 53,1% (-26,9 mil toneladas) frente a 2020 (50,6 mil toneladas) e aumentando 52,2% (8,1 mil de toneladas) em relação à estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de julho (15,6 mil toneladas).
A área a ser colhida é de 13,3 mil hectares, sendo 42,5% (-9,8 mil hectares) menor que a área colhida em 2020 e 57,7% (4,9 mil hectares) maior do que o previsto em julho;.
A soja é o principal produto deste grupo, representa 75,6% da estimativa da produção e responde por 50,3% da área a ser colhida.

Em relação a 2020, houve acréscimos de 347,8% na área do feijão, de 4,3% na área do arroz e de 3,7% na área do milho. Por outro lado, haverá queda de 66,6% na área da soja.
Espera-se recorde na produção de feijão, totalizando 3,7 mil toneladas, com alta de 360,6% na comparação com 2020 (812 toneladas). É a maior produção amapaense de feijão da série histórica iniciada em setembro de 2006.
A produção de soja foi estimada em 18 mil toneladas, com queda de 62,4%.
Houve aumento de 3,6% na produção de arroz, totalizando 865 toneladas.
A estimativa de produção de milho teve aumento (3,1%), totalizando 1,2 mil toneladas.
Além de cereais, leguminosas e oleaginosas, o IBGE monitora também a produção de banana, laranja e mandioca. Esta última retomou o posto de maior área a ser colhida com a redução do plantio de soja no ano de 2021, em virtude das dificuldades dos produtores de conseguir as licenças para plantio.

