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Quarta-feira, 24 de Junho 2026
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Notícias/Assembléia Legislativa AP

Deputada Edna Auzier: audiência pública debate gravidez na adolescência no Amapá

O evento, aprovado por meio do Requerimento nº 0702/2025, sera no dia 12 de maio, às 9 horas, no plenário Deputado Dalto Martins.

Deputada Edna Auzier: audiência pública debate gravidez na adolescência no Amapá
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Por iniciativa da deputada Edna Auzier (PSD), a Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) realizará, no dia 12 de maio, uma audiência pública para debater a gravidez precoce na adolescência no Estado. O evento, aprovado por meio do Requerimento nº 0702/2025, na sessão ordinária desta quarta-feira (23), terá início às 9 horas, no plenário Deputado Dalto Martins.

“A gravidez é um acontecimento marcante na vida das famílias e, em particular, da mulher. Quando ocorre ainda na adolescência, a atenção deve ser diferenciada. O cenário muda para essa jovem mulher, pois estamos tratando de diversas situações — a vulnerabilidade ou os riscos sociais para as mães e também para os filhos, especialmente os recém-nascidos, que são particularmente vulneráveis e dependentes de cuidados”, justifica a deputada Edna.

Segundo a parlamentar, a adolescência, por si só, constitui uma fase de autoafirmação e de transformações físicas, psicológicas e sociais. “No que se refere à gravidez, ela acarreta, para a adolescente e futura mãe, além das transformações físicas e emocionais inerentes ao processo, a responsabilidade por outra vida, o que requer maturidade biológica, psicológica e socioeconômica para prover suas próprias necessidades e as do filho”, argumenta.

Para a deputada, a audiência é um momento propício para ampliar a discussão sobre a proposta, a partir do diálogo com especialistas, profissionais de saúde e demais interessados. “Com essa iniciativa, buscamos enriquecer a pauta sob diferentes perspectivas, experiências e conhecimentos que possam contribuir para o seu aprimoramento”, destaca Edna Auzier.

Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 18% dos nascimentos no Brasil são de mães com idades entre 10 e 19 anos. A cada dez crianças que nascem, duas são filhas de mães adolescentes. Um estudo do Banco Mundial mostrou que o Brasil elevaria sua produtividade em mais de 3,5 bilhões de dólares por ano caso as adolescentes adiassem a gravidez para depois dos 20 anos.

Genesis Comunicação

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