Academia Amapaense de Letras empossa 19 novos membros. Entre eles Padre Paulo Matias (IJOMA)

O atual presidente da entidade é o professor Nilson Montoril de Araújo, e o vice-presidente, o poeta Manuel Bispo Correa.
Dia 27 de outubro de 2022 foi uma noite memorável para a cultura do Amapá. O Presidente Professor Nilson Montoril acolheu os 18 novos membros e deu posse como acadêmicos. Entre esses encontra-se o Padre Paulo Roberto da Conceição Matias de Souza, presidente do Instituto Joel Magalhães (IJOMA) que tem como amigos acadêmicos grandes nomes da sociedade cultural amapaense.

O evento ocorreu no Centro de Convenções João Batista, uma sessão solene para empossar os acadêmicos eleitos em agosto e setembro de 2022. Com 69 anos de existência, a Academia possui 22 imortais. O atual presidente da entidade é o professor Nilson Montoril de Araújo, e o vice-presidente, o poeta Manuel Bispo Correa.

Confira os novos integrantes:
1-Adaury Farias
2-Ruben Bemerguy
3-Ricardo Pontes
4-Ivan Carlo (Gian Danton)
5-Ângela Nunes
6-Tiago Quingosta
7-Prof Jackson
8-Jadson Porto
9-Wilson Carvalho
10- Jô Araújo
11-Oton Alencar (pastor).
12- Raquel Braga.
13- Padre Paulo
14- Saulo Torquato
15- Edgar Rodrigues
16-Cristóvão Lins
17- Mauro Rabelo
18- João Barbosa
19- José Tostes
O Padre Paulo Matias, Presidente do Instituto Joel Magalhães (IJOMA) agora é imortal da Academia Amapaense de Letras. Ocupa a cadeira de número 30, que tem Pauxi Nunes como patrono. Não poderia ser diferente: padre Paulo está feliz da vida por merecimento.
“Com muito orgulho vou ocupar a cadeira de número 30, cujo patrono é o ex governador Pauxi Gentil Nunes. Pra mim é uma honra e uma grata satisfação compor esse silogeu. Seremos bastião intransigente das nossas tradições e cultura’, definiu.

Fundação

Fundada em 21 de junho de 1953, data escolhida por conta de ser o mesmo dia do aniversário do escritor Machado de Assis, a Academia Amapaense de Letras surgiu como uma entidade civil, sem fins lucrativos e com o objetivo de promover o desenvolvimento literário, cultural, científico e artístico do Amapá. Seu primeiro presidente foi o professor de português e literatura Benedito Alves Cardoso.
