O prefeito Júnior Leite recebeu, na sede da Prefeitura de Pracuúba, o coronel Medeiros e a equipe da Defesa Civil do Estado do Amapá para uma reunião estratégica voltada ao fortalecimento da parceria institucional e ao alinhamento de ações preventivas no município. O encontro teve como foco principal ampliar a capacidade de resposta diante das mudanças climáticas que impactam a região, especialmente nos períodos de estiagem intensa e chuvas prolongadas, que costumam afetar comunidades ribeirinhas e áreas vulneráveis do estado.
Localizado na região central do Amapá, Pracuúba possui população estimada em pouco mais de cinco mil habitantes e características geográficas marcadas por áreas alagadiças e proximidade com rios, fatores que exigem planejamento constante da Defesa Civil para minimizar riscos em períodos de cheia e também em fases de seca severa. Segundo informações da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, o monitoramento climático no estado tem sido intensificado nos últimos anos devido à maior frequência de eventos extremos associados às mudanças do clima.
Durante a reunião, foram discutidas estratégias para mapear e acompanhar áreas de risco, ampliar a orientação preventiva às comunidades e garantir maior agilidade nas respostas emergenciais. A aproximação entre Defesa Civil e população é considerada fundamental para reduzir danos materiais e proteger vidas, especialmente em municípios do interior, onde o acesso a determinadas localidades pode ser mais complexo.
Outro tema de destaque foi a praga que tem atingido plantações de mandioca, cultura essencial para a economia local e para a subsistência de diversas famílias. A mandioca é uma das principais bases da agricultura amapaense, e problemas fitossanitários podem comprometer a renda de produtores e a segurança alimentar. A prefeitura busca apoio técnico e estratégias conjuntas para conter os impactos da praga e fortalecer a produção rural.
Ao final do encontro, a gestão municipal reforçou que Pracuúba segue assistida e empenhada em adotar medidas preventivas e estruturantes. A articulação com órgãos estaduais demonstra uma estratégia de governança colaborativa, considerada essencial para enfrentar desafios ambientais e econômicos que afetam diretamente as comunidades locais.

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