Na manhã do dia 7 de novembro, a Câmara Municipal de Vereadores de Oiapoque foi cenário da 11ª Assembleia Ordinária da COSEMS-AP e da 2ª edição itinerante — evento que reuniu 14 secretários municipais de saúde de todo o estado do Amapá. O encontro teve como objetivo central avançar nas pautas da saúde pública estadual, promovendo articulação, compartilhamento de experiências e pactuação de prioridades.
Entre os gestores presentes, participou o secretário municipal de saúde de Oiapoque, Josimar Santos, que reforçou a importância da integração intermunicipal e da cooperação institucional para enfrentar os desafios do sistema de saúde na região de fronteira. A Prefeitura de Oiapoque, por meio dele e do prefeito Breno Almeida, agradeceu aos participantes, aos apoiadores técnicos e à Câmara Municipal, representada pelo presidente Guido Mecânico, pela acolhida e parceria.
Durante o evento foram debatidos temas relevantes e urgentes para os municípios: regulação de consultas e exames, atenção primária e especialidades, vigilância em saúde, financiamento do sistema público, além de desafios específicos da região amazônica como epidemias de malária, acesso remoto, baixa densidade populacional e dispersão geográfica. Para Oiapoque, município de fronteira que enfrenta particularidades como comunidades ribeirinhas, populações indígenas e logística de difícil acesso, a presença de Josimar no evento reforça o compromisso da gestão local em buscar soluções articuladas e efetivas para melhorar o atendimento à população.
Em nome da secretaria municipal, Josimar Santos destacou que o momento exige “ação conjunta, diálogo constante e planejamento alinhado entre municípios, Estado e União”. Ele enfatizou que não basta apenas participar; é preciso transformar os acordos em resultados: “Nossa meta é que os pactos feitos na assembleia apareçam em serviços concretos, mais atenção à Atenção Básica, melhores fluxos de regulação e atenção especial para quem vive na periferia”. A iniciativa itinerante da COSEMS-AP reforça este caminho de proximidade e escuta ativa dos gestores que enfrentam realidades singulares no interior amazônico.

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