Jaime Nunes, vice governador do Amapá conhece voluntários do Movimento Lixo Zero Amapá

Um grupo de defesa do meio ambiente está atuando no Amapá para mudar o costume como é tratado o lixo que é produzido pelos amapaenses. Além da defesa do meio ambiente, o Movimento Lixo Zero Amapá, quer transformar a destinação dos resíduos sólidos em oportunidade de renda.
Na semana passada o vice governador Jaime Nunes conheceu os voluntários do Movimento Lixo Zero Amapá. Eles realizaram em parceria com o Sebrae mais uma edição do Eco Ponto formato drive thru que recolhe material reciclado. Eles ainda inauguraram um ponto de coleta de garrafas pets.

Para o vice Jaime Nunes iniciativas como essa devem ser apoiadas e seguidas, visando a melhoria da gestão de resíduos sólidos e no desenvolvimento pautado na conservação ambiental.
“Ajudem nesta causa também, não jogue fora no lixo. Faça a limpeza do produto, deixe secar e levem no próximo Eco Ponto. Tudo será destinado para projeto social e irá para um lugar correto sem poluir nossa cidade”.
@lixozero.ap

O Lixo Zero Amapá é parceiro do Instituto Lixo Zero Brasil, pioneiro deste debate em solo tupiniquim. O conceito consiste no máximo aproveitamento e no correto encaminhamento dos resíduos urbanos sólidos, tanto os recicláveis, como latinhas de alumínio, quanto os orgânicos, como os restos de comida. A ideia também é diminuir, ou até eliminar, o encaminhamento para aterros sanitários ou incinerações.
“O conceito lixo zero é uma meta ética, econômica, eficiente e visionária, para guiar as pessoas, as cidades, estados, países, a mudar os seus modos de vida e práticas de forma a incentivar os ciclos naturais sustentáveis, onde todos os materiais são projetados para permitir recuperação e o uso do pós consumo”, declarou Marília de Nazaré, voluntária do movimento.
Ela ressalta que não se trata de conceitos abstratos, distantes de todas as pessoas. Ao contrário: todos os dias consumimos produtos e, em consequência disto, produzimos resíduos.

Lixo reciclável que teve destinação dada pelo movimento
“Na sua casa, você separa resíduos orgânicos dos resíduos recicláveis?”, questiona a ativista.
Atualmente, além de Marília, Nicole Santos, outra ativista do movimento lixo zero no Amapá, desenvolvem projetos na área.
Marília trabalha com compostagem, ou seja, formas de aproveitamento da decomposição de resíduos de origem vegetal e animal, notadamente restos de comida, frutas e vegetais. Ela vende plantas que aduba com o resultado da sua compostagem.
A ativista diz que mundo pode ter um sistema de compostagem doméstico e ensina como fazer e a como reaproveitar muitas das coisas que achamos já terem encerrado o seu ciclo.
