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Terça-feira, 05 de Maio 2026

Notícias/Oiapoque

GEA amplia serviços laboratoriais com oferta do teste molecular para diagnóstico da hepatite B

Metodologia permite que o laudo seja liberado em até 24 horas, possibilitando o tratamento precoce da doença e aumentando a chance de cura.

GEA amplia serviços laboratoriais com oferta do teste molecular para diagnóstico da hepatite B
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O Governo do Amapá ampliou os serviços de vigilância no município de Oiapoque, no norte do estado. O Laboratório de Saúde Pública (Lacen) passou a oferecer o teste molecular para o diagnóstico da hepatite B no Laboratório de Fronteira (Lafron). Antes, o exame era realizado apenas na capital.

Vinculado à Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS-AP), o Lafron utiliza uma nova metodologia, por biologia molecular (RT-PCR), que permite a liberação do laudo em até 24 horas após a coleta do material.

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A superintendente da SVS, Margarete Gomes, explica que quanto mais precocemente for diagnosticada a doença, mais rápido será o início do tratamento, evitando complicações e aumentando a possibilidade de cura.

“Um dos grandes problemas para o diagnóstico das hepatites virais é que muitas pessoas são assintomáticas na fase inicial da infecção, principalmente no caso de Hepatite B, que causa o maior número de óbitos e complicações. Os sintomas só costumam aparecer quando a doença está em estágio avançado. O objetivo do teste molecular é a confirmação de exames sorológicos para monitorar pacientes em tratamento”, explicou Margarete.

O Lafron fica na Rua Norberto Penafort, no Centro de Oiapoque, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 14h às 18h, por ordem de chegada. O exame também está disponível para pacientes hospitalizados na cidade.

“Em pacientes internados, fazemos a coleta do sangue, depois a análise e, caso a testagem seja positiva, o laudo é encaminhado ao solicitante e à Vigilância Epidemiológica do município”, informou a diretora-executiva do Lacen, Lindomar dos Anjos.

A Hepatite B é uma doença de notificação compulsória, ou seja, deve ser notificada por um profissional de saúde. A informação é importante para mapear os casos no Amapá, além de ajudar a traçar diretrizes de políticas públicas municipais e estaduais.

Paulo Ronaldo

Publicado por:

Paulo Ronaldo

Editor-Chefe

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