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Domingo, 19 de Abril 2026

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Famoso nacionalmente, perito criminal Ricardo Molina chega ao Amapá à convite do Escritório Bordalo Associados

Molina ficou conhecido nacionalmente desde 1991 por acompanhar casos que tiveram repercussão nacional.

Famoso nacionalmente, perito criminal Ricardo Molina chega ao Amapá à convite do Escritório Bordalo Associados
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Famoso nacionalmente, perito criminal Ricardo Molina chega ao Amapá à convite do Escritório Bordalo Associados

 

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Na próxima segunda, dia 15, o perito criminal carioca, Ricardo Molina desembarca em Macapá, à convite da Empresa de Advocacia Bordalo & Advogados Associados.

Molina ficou conhecido nacionalmente desde 1991 por acompanhar casos que tiveram repercussão nacional. Na área criminal, um dos casos que mais ganhou destaque na imprensa foi o assassinato do empresário Luiz Carlos Rugai e a esposa dele, Alessandra Troitino. À época, o acusado pelo crime era o filho do empresário, Gil Rugai de apenas 20 anos. A contratação de Molina teria ocorrido por meio da escritora e especialista em criminologia, Ilana Casoy, que era amiga de Gil Rugai.

Molina estudou de forma acurada o caso e concluiu que a escritora “estava certa”: “não” há “provas válidas” para incriminar Gil Rugai.

O processo continha “falhas de toda natureza”. Para chegar a essa conclusão, o perito trabalhou com os advogados Thiago Anastácio e Marcelo Feller da área de criminologia.

A perícia de Molina

Luiz Carlos Rugai “descobrira” que Gil Rugai havia desviado 200 mil reais da empresa para capitalizar sua agência de publicidade. Um desfalque neste valor seria fácil de ser comprovado. Mas, segundo Ricardo Molina, o inquérito e o julgamento não conseguiram provar sua existência.

Depois, como não comprovaram o desfalque, a polícia passou a sustentar que Gil Rugai falsificava a assinatura do pai em alguns cheques. Todos, “somados, não chegavam a 5 mil reais”. Seria o motivo da briga.

O contador contrapôs que Luiz Carlos Rugai autorizava o filho a assinar os cheques.

Ricardo Molina conclui que “o motivo do crime alegado pela acusação em nenhum momento foi confirmado”.

O “pilar da acusação — ‘o motivo’ — não se sustentava”.

 

 

Reinaldo Coelho

Publicado por:

Reinaldo Coelho

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