O Colégio Amapaense, do Governo do Estado do Amapá, foi criado pelo governador Janary Gentil Nunes, em janeiro de 1947. Inicialmente recebeu o nome Ginásio Amapaense e já foi considerado a ESCOLA PADRÃO do ensino no Amapá.
Hoje, infelizmente, passa por dificuldades no seu quadro de professores o que levou seus alunos a uma revoltada extremante justificada. Segundo os alunos que encabeçam o movimento de protesto, o Colégio Amapaense não possui professores de Geografia, Filosofia, Inglês, Espanhol, Matemática, História e Português.
Fazem parte da organização do protesto as estudantes Evelyn Nazaré , Maria Luiza , Vitória Pinheiro, Luanny Wictoria
No caso da professora de Geografia, Luiza Cirilo, é mais agravante, por neste ano letivo ela sai em aposentadoria. Para os alunos que estão concluindo o ensino médio, esse desfalque no quadro de professores causa um prejuízo irreparável ao conhecimento dos estudantes.

Estudantes mostram sua indignação através de cartazes
Segundo a organização do protesto, a diretora do Colégio Amapaense, professora Celia Mota, declarou ser sensível a causa dos alunos e busca resolver o problema de forma mais rápida possível.
Desta forma, organizou-se uma comissão de alunos para buscar explicações junto a Secretaria Estadual de Educação. Segundo ainda os organizadores, essa comissão foi muito bem recebida nas dependências da SEED, no entanto foi surpreendida com a informação de que não houve qualquer pedido por parte da direção do CA para suprir a carência de professores.
Segundo a Secretaria de Educação, ao saber que a professora de Geografia Luiza Cirilo iria se aposentar, seria de competência da direção do colégio, requisitar logo no começo do ano um professor substituto. Nesse jogo de encolhe estica, quem paga a conta no final é o estudante.
De toda sorte, não se pode deixar de registrar o completo abandono, por parte do governo do Estado, do Colégio Amapaense, outrora conhecido como ESCOLA PADRÃO no Amapá.
