Em postagem de fim de ano legislativo, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) listou resultados econômicos e sociais que, para ele, recolocaram a população como “prioridade”. Entre os pontos citados estão o desemprego em nível mínimo, a inflação em desaceleração, a aprovação do “imposto de renda zero” para a base da tabela e a saída do Brasil do Mapa da Fome.
Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a taxa de desocupação no segundo trimestre de 2025 foi de 5,8%, a menor da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. No IPCA, o índice oficial de preços subiu 0,18% em novembro e acumulou 4,46% em 12 meses, abaixo do resultado anterior.
Na área tributária, uma lei sancionada em 26 de novembro ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês e criou descontos para rendas de até R$ 7.350, com potencial de alcançar mais de 15 milhões de contribuintes, segundo o Ministério da Fazenda. Já no combate à fome, a FAO registrou que, no triênio 2022-2024, a subalimentação média no Brasil ficou abaixo de 2,5%, limite usado para classificar o país fora do Mapa da Fome.
Ao projetar 2026, Randolfe afirmou que pretende ampliar a agenda de entregas e citou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), como apoio político estratégico. Alcolumbre foi eleito para chefiar a Casa em fevereiro de 2025, com mandato até 2027.
