A secretária de Assistência Social do Governo do Amapá, Aline Gurgel, esteve nesta terça-feira, em Brasília, em reunião com a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, para tratar da implantação de Restaurantes Populares e Cozinhas Solidárias no estado. Segundo a gestora, a articulação faz parte do Amapá Sem Fome, conjunto de ações anunciado pelo governo estadual para enfrentar a insegurança alimentar, e também integra compromissos previstos no plano de governo do governador Clécio Luís, que inclui a entrega de um Restaurante Popular.
Na publicação, Aline Gurgel afirmou que os recursos para viabilizar a estrutura são provenientes de emendas parlamentares de sua autoria e do senador Davi Alcolumbre, já empenhadas, e que a equipe está na etapa de finalização do plano de trabalho, procedimento necessário para orientar metas, cronograma e responsabilidades de execução. A secretária esteve acompanhada do deputado Hildegard Gurgel e de técnicos da Secretaria de Estado da Assistência Social (SEAS).
No desenho do Amapá Sem Fome, o Governo do Estado apresenta sete frentes de atuação e cita, entre elas, a política de Restaurante Popular e a rede de unidades sociais voltadas à produção de refeições como instrumentos para ampliar o acesso a alimentação saudável, com preço acessível e protocolos sanitários. Em material institucional, o Executivo estadual aponta que a previsão para os Restaurantes Populares se concentra em Macapá e Santana, como parte da estratégia de atendimento a áreas com maior demanda urbana.
No âmbito federal, Restaurantes Populares são classificados como equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, voltados ao combate à fome e à desnutrição por meio da oferta de refeições adequadas a preços subsidiados. Já o Programa Cozinha Solidária, também do governo federal, apoia cozinhas comunitárias que fornecem refeições e serviços a populações em vulnerabilidade, formando uma rede que, segundo o próprio programa, já reúne mais de 2 mil iniciativas em funcionamento no país. A presença da agenda em Brasília sinaliza tentativa de integrar esforços estaduais e federais para acelerar a implantação dos equipamentos no Amapá.
